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Serenata à chuva

Domingo, Janeiro 21, 2018

Devemos dizer que hoje foi um treino porreiro, bom tempo, por estradões lisos – a lama e água foi só para disfarçar -, às voltas pelos campos sem saída, como o cão atrás do rabo, com cus na lama, até deu para fazer mais um “It Your Self” (a ser publicado um dia destes).  Em suma, foram 45km do caralho, que terminou no celebérrimo “bar da ilha”, onde tudo acontece e onde apanhamos o chefe com a boca na botija a roer um osso e o Tozé, que se baldou ao treino, imaginem só, por ter um treçolho, para nos tirar a foto final.

O treino em fotos:

It your self

Domingo, Janeiro 14, 2018

(este texto deve ser lido com a voz nasalada do antigo primeiro ministro José Socrates)

Olá a todos, depois do enorme êxito da rubrica, It your self, faça você mesmo, publicada neste espaço há uns tempos, pelos injinheirus dos ddr, sobre a arte de injinheirar uma solução, quando os azares mecânicos estuporam a bike durante um qualquer treino.

Lembram-se com certeza daquela façanha, sobre um quadro partido em duas metades e atado com mestria pelos injinheirus, com arame de uma latada de uma vinha para que o atleta pudesse prosseguir  ligeiro e vaidoso com uma nova suspensão, ou daquela emenda da corrente rebentada em três partes e que, sem instruções e só com um elo de engate os injinheirus resolveram.

Pois bem hoje vamos publicar mais um It your self, vamos falar da utilidade de um pau.

Comecemos pela sua definição e para que serve; pau, qualquer pedaço de madeira; também há quem lhe chame cacete, bordão, cajado, haste, mastro, depois há os ditados populares onde se usa muito o pau; ser pau para toda a colher, jogar com um pau de dois bicos, pau mandado, dar por paus e pedras e até para dar umas bordoadas em alguém que mija fora do penico o pau é o ideal e, mais haveria, mas ficamos por aqui.

Hoje vamos falar de mais um pau, não do pau-parte-raios como aconteceu hoje a um rafeiro durante a biulencia do treino, mas sim do pau-segura-desviador, que um dos nossos muitos injinheirus, injinheirou numa situação de emergência e, ao fim e ao cabo,  para dar a conhecer à humanidade que ter um pau à mão faz um jeitaço do caraças, o meu amigo Zé, costuma dizer que ter um pau de cabinda à mão por vezes faz maravilhas…hum…, acho que este pau não é chamado p`raqui.

Vejamos agora a peripécia pauzante, protagonizada por, César Nogueira, Bruno Filipe com a bike noeminha,  e Eurico Cunha, distinto injinheiru, pegaram nas bikes de montanha com dois objetivos: fazer o teste de resistência ao cabedal das burras e alcançar a capital do maior galo do planeta com morada na ex rotunda cibernética de Barcelos city.

Com toda a pujança, pela pela margem do rio Cávado, virados a montante, atentos ao comportamento das mulas em condições extremas, por cima de calhauzada e muita lenha e outras ratoeiras como convém em testes de, ou vai ou racha. Os três mosqueteiros prosseguiam abstraídos de tudo, só tinham olhinhos p`ras mulas e o sonho de conquistar rapidamente o mundo até Barcelos, a meta desejada, só que, vã glória, a esforçada odisseia teve de ser interrompida, a meio da jornada, o sonho de uma rapidinha sem problemas esfumou-se, a alimária noeminha do Bruno F, não aguentou a gincana acrobática pelos carreiros apertados e deu de si com o desviador traseiro partido.

Sem perdas de tempo o injinheiru mais dotado do trio, o Eurico, radiografou o problema e a solução surgiu célere, “eureka, um pau”, disse o inji Eurico com toda a convicção, “arranjarei um pau e darei novo andamento à burra éminha” , e entrou em ação em busca do pau perfeito. Quando o obteve, sacou de duas braçadeiras plásticas, uma preta e outra branca, do seu estojo de viagens à selva, configurou um pau, que, presume-se, fosse de pinheiro – o Inj Eurico não especificou – com 16cm de comprimento e 8mm diámetro e agora atentem nos pormenores, numa das pontas o pau foi cortado obliquamente isto é importante porque fica mais bonito nas fotografias. Descascou 5cm do pau a começar do lado do corte oblíquo, porque…porque sim. Em seguida fixou o pau no dói-dói do desviador com a ajuda das braçadeiras preta e branca e para terminar, o inji Eurico, depois de muito matutar optou por dar um nó de marinheiro – tentou que fosse um lais de guia, mas não correu muito bem e saiu um nó escangalhado -, com o que sobrou das duas pontas para dar um cunho artístico ao pau-segura-desviador e à injinheirada final.

E assim, foi graças ao pau que a noeminha do Bruno prosseguiu mas, mais a modinho e embora o trio continuasse a maratona parte-bilhas noutro sentido, o trio estava um pouco frustrado, porque o sonho de verem o galo cibernético da rotunda, ter sido adiado.

Viram? Viram como é importante ter um pau à mão?

Foi mais um It your self, dos nossos injinheirus.

Mensagem do Chefe!

Domingo, Dezembro 31, 2017

Realizou-se no passado dia 28, o tradicional jantar de fim de ano dos Duros De Roer. Todos os pares do reino estiveram presentes e como sempre, o repasto decorreu calmo e animado.

Os momentos altos do convívio, foram a entrega de diplomas a novos membros do grupo, que todos os anos continua a crescer, este ano com mais três elementos, sinal de que os ddr continuam de boa saúde e cheios de vitalidade.

O outro momento alto, foi a caça aos faltosos com as quotas em atraso pelo ministro das finanças Chi…, desculpem não era isto que queríamos dizer, foi a mensagem que o chefe dirigiu à turba (que transcrevemos abaixo na integra) e com a entrega de troféus, virtuais – para não correr o risco de retorno e levar com eles na cabeça – A todos os ddr`s BOM ANO

 Mensagem de Sua Exª o Chefe dos duros de roer

1. Carissimos duros de roer, só algumas palavras, como se impõe neste encontro ajantarado de fim d` ano.

Começo por saudar a vossa presença, saudando ao mesmo tempo os nossos companheiros ddr, Carlos Figueiredo, João da Silva e Virgílio Fradique, que, longe do nosso convívio, como verdadeiros ddr`s continuam a par do que se vai passando no reino dêdêrriano.

Depois das saudações, congratulemo-nos por mais uma entrega de diplomas a três novos elementos: Cunha, André e Miguele (e a 2ª via ao Carlos Figueiredo ddr desde 2010), o reconhecimento pela forma (im)perfeita como se integraram no grupo. Foi a oficialização, porque na prática, já há muito que provaram que têem aquela coisa distúrbica/psiquica tão necessária para serem ativos da seita, como diz o filosofo quem não tiver algo de poetico e de louco não estará de bem com a vida. Bem-vindos companheiros.

2.Meus amigos, vamos fazer do convívio desta noite, um ensaio do que cremos será no futuro. Deixará de ser a comezaina de fim d`ano e passará a ter um nome mais pomposa por ex: jantar de gala para a entrega de prémios duros de roer, que tal? Como sempre estou recetivo a outras sugestões.

E é a pensar no futuro, que sem demoras, vamos entregar prémios, ainda que virtuais – no futuro talvez sejam físicos -, a todos os ddr por aquilo que mais se distinguiram ao longo do ano.  Vamos começar pelos ddr mais antigos no grupo:

Não sabemos se o Filipe, alguma vez tentou arrumar as coisas direitinhas nas respetivas gavetas, o que sabemos é que a desarrumação continua, por isso tem direito ao prémio “O ARMÁRIO MAL ARRUMADO”.

Ao Chico, seria atribuído o prémio “A LUVA DE BOXE DA MÃO DIREITA”, para dar um murro ao Tozé, quando este se aproximar dele a pedalar num estradão qualquer.

Ao MANEL, o prémio “UMA TOMADA DE ISQUEIRO P`RO CARRO”, que é para não termos de ouvir a publicidade da rádio do carro a shampõs e bacalhau, aquando dos passeios de pais Natal.

Ao Emílio Santos, como gosta pouco de montanhar, terá de ser um prémio de pixe, que tal “O PIXELEIRO”?

Ao Celestino, vamos dar-lhe o prémio “O TRAIDOR” e porquê? Perguntam vocês todos, porque em vez de passar a mão pelo pêlo aos dois ddr engalfinhados na descida ao sarrabulho, desatou a rir até mais não poder

Ao MILO, pela persistência em agarrar um dos lugares do pódio, nas provas em que participou, qual gato atrás do cachorro, ou cachorro atrás do gato, mesmo que não tenha chegado lá, o prémio “AQUELA IDEIA”, indubitavelmente é dele.

Ao PAULO SANTOS, assim de repente o que nos acorre em primeiro lugar, foi aquele malho monumental na descida ao sarrabulho e, embora não fosse o melhor trambolhão do ano, foi um bom malho, daí o prémio “A ASA PARTIDA

Ao Futre, forçado a mudar de paradigma pela contingência da puta da vida, passou de meio diabo a meio anjo, será atribuído o prémio “O NOVO ANJO”, mesmo assim fica obrigado a contar a história do urso ao Miguel.

Ao Narciso, oh, depois daquela imitação rasca como na canção do Jardel a voar sobre os centrais, com o aterranço de focinho no pixe da Estela, confirmado logo de seguida no Rio Alto com outro pixe-aterranço-parte-forqueta-e-a-tromba, o prémio “ARREBENTA-A-BURRA”, é dele por inteira justiça

Ao César, o troféu a este indómito duro, por aquilo que o vimos fazer durante ano, a voragem dos 5 cumes, os granfondos, as montanhas roídas em frança, mama mia, seriam necessários vários coisos de troféus para o distinguir, mas o júri escolheu e escolheu muito bem, é-lhe atribuído o trofeu “O COMEDOR DE MONTANHAS

Ao Bruno, grande duro, dos mais resistentes, dos dois prémios “O DURO SOLITÁRIO” ou “O GEL MAL DIGERIDO”. Pelas muitas provas, as mais duras a nível nacional, que realizou a solo representando os ddr, optamos pelo prémio “O DURO SOLITÁRIO”, é sem dúvida o mais adequado e não merece de todo o do gel mal digerido por lhe ter provocado distúrbios intestinais durante o Porto Granfondo.

Ao Tozé, este é fácil, tal comó prémio da luva da mão direita entregue há pouco, a outra luva dará direito ao troféu “A LUVA DE BOXE DA MÃO ESQUERDA”, para dar um murro em forma de gancho ao Chico, quando este se atrever a aproximar dele a pedalar.

Ao Seara, um duro top, com provas dadas, temos ultimamente notado que anda com pouca faísca. Serão os efeitos psicossomáticos a vir ao de cima depois daquela aparatosa colisão frontal na frente ribeirinha de Esposende? É possível, por isso o prémio “BATE NA BURRA DA SENHORA

Ao Solinho, este prémio foi difícil, porque este estupor é certinho, sorrateiro ninguém dá pelos seus deslizes, que também os tem, portanto só pode ser o troféu “NÃO DOU ABÉBIAS”

Ao Marco, a atribuição do prémio a este duro, não foi fácil, ou antes, por ser tão fácil, tornou a escolha difícil. Bem sabemos que este duro não é certinho. Alheado do mundo que o rodeia, é frequente quando chegamos ao fim de uma qualquer escapadela, seja ela treinante ou não, não fazer a menor ideia do que andamos a fazer. O prémio “PISCA PISCA”, por causa da intermitencia achamos que lhe fica bem.

Ao Almeida, tal comó Solinho, também não dá abébias com deslizes de encher o olho. Do que lhe conhecemos é que quando está bem hidratado acelera muito bem e até é capaz de cantar a canção, oh ai ó linda…depois deixa-se levar na crista da onda sempre em alto estilo. O prémio será “ SEM ESTRILHO

Ao Martinho, grande mula do Finisterra, artista do engate, ninguém esquecerá tão cedo como saiu incólume de levar uma chapada depois da aplicação explicita com que angariou passageiros para o autocarro em Ponte de Lima, mas, pela dança no tablado no ultimo treino fica-lhe bem o trofeu “JOAQUIN CORTEZ DO MONTE DO DESESPERO DE VILA COVA

Ao Cunha, o speed Gonzalez do asfalto e da montanha, jamais esqueceremos o tempo supersónico com que nos brindou no Transcávado e outras provas de igual jaez todas com direito a pódio e, também ficamos a saber que é um bom rolador, como fez questão de o demonstrar, quando se despistou no trilho do rio Neiva e rolou dez metros sem a burra em direção ao rio. O troféu “EL ROLINI O FABULOSO”, é dele com inteiro merecimento.

Ao André, recentemente armado em baby sitter, depois do feito impressionante e a fazer fé no testemunho de um duro, que o viu a dormir enquanto pedalava monte acima no Finisterra, o troféu sonecas seria dele, mas como o cão do Tozé pode ficar melindrado, vamos atribuir-lhe o ,prémio “AS MIL E UMA MANEIRAS DE DORMIR A PEDALAR

Ao Miguel, o agora empossado membro de pleno direito dos ddr`s, que brilhou durante toda a recruta, brilhou como chef – ai aquela delícia de paella -, brilhou nos gritos de Ipiranga, brilhou a pedalar, brilhou a dar malhos, só chumbou na pista de obstáculos dos carris, mesmo assim será com todo o mérito que que lhe será atribuido o troféu “A ESTRELA DE AÇO INOX

Ao João da Silva e Berto, por saírem do avião já equipados à ddr, quando nos visitam e só pousarem as malas depois de fazerem um treino com a cambada a contragosto será atribuído os troféu “AI É TÃO BOM, NÃO FOI?”. Grandes duros.

Ao Carlos Figueiredo e Virgilio Fradique, bem sabemos que estão longe e se o Carlos fez prova de vida pelo menos uma vez este ano, quando integrou a cambada num treino, o Virgilio-chocolate-e-caramelos-com-pó-de-pedra-fora-do-prazo, não fez, por conseguinte, o trofeu “MEIO FERRO, MEIO LATA”. Virgilio ou apareces ou serás banido do reino, para tua vergonha e nunca mais vais picar pedra,

3.Espero que tenham percebido agora, porque é difícil eu como chefe, ter o armário arrumado.

4.Para terminar, para o próximo ano, não há previsões e como disse há um ano, o caminho faz-se caminhando, participaremos decerto em algumas

aventuras, aventurando-nos, faremos o que tiver de ser feito, contudo temos algumas datas agendadas de que já tendes conhecimento, o resto logo se verá, navegaremos com terra à vista.

5.Terminemos com um brinde aos novos elementos ddr, e um brinde aos nossos defeitos porque as nossas qualidades nenhum filho da puta as reconhece.

A todos, umas boas entradas

Boas festas!

O Chefe Filipe Torres

Algumas fotos do dia 28:

Bom Natal !

Domingo, Dezembro 24, 2017

Bebam uns copos, atestem bem a pança e ponham lá o disfarce de o Pai Natal e lembrem-se que quem não domina a vida a sorrir, nunca conseguirá dominá-la!

Divirtam-se com o nosso video, feito hoje durante o treino da…ciática

Sexta-feira, Dezembro 22, 2017

Aus DDR`s

Para us mais distraídus relembramus  c  u  noçu

jantar  d  fim  d  anu  s  realiza  nu  dia  28  nu

rrstaurante  com  nome d  animal  Camelo.

S vais tens d confirmar au gaju q  t  manda mensajens até dumingu.

Dia dos Pais Natal

Domingo, Dezembro 17, 2017

Fotos do “Apulia a Correr”

Hoje dia 17, decorreu pelas freguesias de Apúlia, um passeio de Pais Natal e, nem uma avaria de ultima hora, nas amplificações sonoras do trenó do Pai Natal encarregue de propagandear a boa nova deste ajuntamento de barbaças vestidos de vermelho com as canções típicas desta quadra, condicionou uma manhã que foi alegre e divertida, com o sol a ajudar depois do frio da manhã que se fez sentir.

Por causa da tal avaria, começamos trinta minutos depois da hora. Sem outro meio de solução, o pai natal da sonorização recorreu à musica, aliás fraquinha do velhinho  autoradio do trenó, interrompida amiúde com publicidade às compras no comercio local e, embora fosse motivo a falta de barulho para o chamariz do povo, não esmoreceu a carrada de pais natal miúdos e graúdos, que durante toda manhã, pedalaram e surpreendendo as pessoas com as fatiotas, barbaças e barrete vermelho enfiado na cabeça à campino.

A missão ho, ho, ho, continuou durante a manhã pelas principais ruas da vila, até desaguarmos no ponto de partida quando faltava pouco para o meio dia, com um lanche no SN em frente ao mar, bem merecido, principalmente aos miúdos a quem não bastou a biulência com que foram arrancados cedo da cama e obrigados a enfrentarem o frio, ainda tiveram de levar todo o tempo, com um Pai Natal cornudo, mal enjarcado com cornos de rena, bem sabemos que as renas e os seus chifres fazem parte do pacote do respeitável gordo anafado vindo lá das lonjuras do pólo norte mas, um pai natal de cornos assim à descarada a assustar as criancinhas nunca se viu. Este Pai Natal devia ser banido da ordem dos Pais Natal e ir cortar relva para a Lapónia.

Mesmo assim os miudos aguentaram firmes como gente grande sem darem parte de fracos ou desistirem. Parabéns miúdos.

Terminamos com um desejo a todos de um FELIZ NATAL

bike team btt Apúlia “durosderoer”

Em modo ddr

Segunda-feira, Dezembro 4, 2017

Desde a “Sarrabulhada”, de boa memória, já lá vão duas semanas, temos andado muito atarefados a seguir um regime alimentar rigoroso para continuarmos em forma como o  demonstra as fotos. Este domingo fomos testar os resultados e se para a maioria dos 12 ddr que se submeteram aos testes desde o monte dos Desamparados, subida do Gerês e outras subidas igualmente lixadas c/20% de inclinação, entremeadas com trilhos de pedras, descida do Moinho, terminando o exigente teste na estuporada descida técnica da A28, para mais, bloqueada no final com ramagens secas,  foi positivo, no entanto para cinco, pelos mallhanços que deram, o regime nutricionista das ultimas semanas não funcionou, ou funcionou bem demais e pagaram as azelhices com belos trambolhões.

E também, fotos que ainda faltavam publicar de refrega de ponte de Lima