Domingo, 22 Agosto “O TREINO CALHAU…AZARADO”

O treino deste Domingo, foi uma grande moca, ficamos a conhecer novas pedras.

A coisa até começou bem, a cantar o “bailinho da Madeira”, em homenagem ao Milo e ao Tino, esses dois caras de c…, que nos abandonaram e foram para o reino das bananas, a ilha da Madeira. Desconfio que foi um pretexto para se esquivarem ao treino deste Domingo.

O monte de S.Gonçalo, seria o destino do raid deste Domingo mas, desta vez pela parte mais difícil e… de facto foi…

Com a rota marcada e o GarminiManel a guiar-nos, lá íamos, numa toada q.b. muito táctica por parte dos speedmen, do Grupo: – Futre, Nélson, P.Fernandes, Chico, P.Pinho e Ivo -, a pouparem-se para quando chegasse o momento oportuno desferir o ataque até ao cimo do S. Gonçalo e tudo levaria a crer pela forma como se vigiavam, seria um ataque cerrado e demolidor pela luta do primeiro lugar.

Estava a correr tudo Ok até meio da subida, depois o grupo da frente(o grupo inicial estava agora dividido em dois), com a ânsia de chegarem rapidamente ao cimo do monte, saíram da rota traçada pelo GarminiManel e a certa altura em vez de virarem para a esquerda pelo estradão até à tola do S.Gonçalo, resolveram ir em frente por um trilho onde decerto jamais alguma bicicleta passou, provavelmente fomos os primeiros, com pedras, pedras, pedras, pedras, pedras e mais pedras de todos os tamanhos e feitios, e à pedrada precisavam esses estupores da frente de serem corridos, tal foi a quantidade de pragas que o grupo de trás lhes rogou: “Esses gajos, esses paneleiros, querem subir e estão a descer?”, “lá se foi o treino por causa desses c…”, “foda-se esta m…é só calhaus”, “um gajo farta-se de gritar e não respondem foda-se”,  ”p.q.p já caí “, “havia de lhes nascer um corno no…oi” e mais uns quantos hinos de louvor a agradecer por nos terem levado por aquela pedreira abaixo com alguns trambolhões à mistura.

Quando ao fim de 2kms, + – chegamos à povoação, ninguém sabia onde estava, o único ponto de referência, era ao longe o monte da Franqueira  a… Sueste.

O P.Fernandes parou a pedir informações a um indivíduo, os restantes continuaram e ele ficou, ninguém se lembrou mais do PF só quando chegamos à linha do comboio é que verificamos que ele não tinha arrancado logo atrás de nós como prevíramos. O Futre ainda lhe telefonou e a resposta do PF foi evasiva, qualquer coisa a mandar-nos para o raio que nos parta, o Nélson ainda foi para trás tentar localiza-lo mas em vão, esperamos mais um pouco e continuamos.

Reconhecemos que fizemos asneira ao não ter parado quando o P.Fernandes dialogava com o homem, por isso… todos: “desculpa lá Paulo, não volta a acontecer, estamos muito arrependidos nunca mais te deixaremos sozinho em Carapeços”.

Aquela pedreira deixou-nos a todos pedrados.

Sem o PF continuamos a pedalar a toda a força para apanhar os três fugitivos: Manel, Chico e P.Pinho, que depois de partir pedra  ficaram tão traumatizados que fugiram sem parar, não os apanhamos mais e até hoje (Domingo à noite), ainda não sabemos o paradeiro nem notícias deles, tal foi o estado psicológico em que devem ter ficado.

Com o PF sozinho; o grupo dos três desaparecido, só restou ao grupo dos cinco ainda meio entorpecidos dos calhaus, parar próximo do campo de futebol do Gil Vicente e sentadinhos repimpadamente num bar beberam umas bejecas e comeram um quarto de sande de queijo, – uma oferta do mui nobre e distinto DDR Nélson -, o Carlos como estava cheio de fome e é de muito alimento comeu um pão seco.

À chegada a Apúlia foi uma festa com as ruas engalanadas a nos receberem, uma banda de música e foguetes e depois a apoteose final na paradisíaca Ilha, território do Futre, a dar de beber à dor e ler a J

Foi o relato possível ainda sob o efeito pó de pedra, de mais um treino normal de Domingo, com os protagonistas Duros De Roer:

Xico, Manel, Futre, Nélson, P.Pinho, P.Fernandes, Ivo, Carlos e Narciso.

ÚLTIMA HORA:

Os três fugitivos – Xico, Manel e P.Pinho – foram encontrados Domingo, a pedalar nas imediações de Viana do Castelo, completamente desorientados e exaustos, tiveram mesmo de lançar um apelo aos bombeiros de Esposende para que os resgatassem, estes prontamente disponibilizaram uma viatura e um Bombeiro de seu nome Flávio, que assim os recolheu e transportou de volta às suas famílias. Neste momento os três fugitivos e as bikes encontram-se bem mas ainda um pouco pedrados.

Segundo um especialista em provas com grandes mocas, a explicação para tamanha desorientação só pode ser consequência de o GarminiManel ter batido nas pedras, ou alguma gaja que apareceu pela frente  baralhando assim o software uma vez que o GarminiManel é muito sensível a estas coisas; ainda há outra hipótese: estarem com ciúmes do Milo e do Tino e quiseram-se juntar a eles.

Quanto ao PF ainda não há notícias.

É tudo por agora



Treino de Domingo15 Agosto

Dez Duros De Roer, no sentido forte da palavra, apresentaram-se no bike-point Rafael para o habitual hard-trainning bike moutain, de Domingo.

Arrancamos, com as nossas bikes por entre a confusão de carros e pessoas, típico desta altura do ano em zonas de praia como a nossa.

Atravessamos a  ponte de Fão, depois Vila Cova, só o Filipe e o Manel  tinham delineado o destino, os restantes limitavam-se  a ir na “onda”, tanto se importando que fossem para um lado ou para outro.

Já próximos do monte da Guarita pensamos que seria esse o destino, mas não, o destino foi  a subida ao monte de S.Gonçalo, um dos montes mais duros da emblemática prova de btt, os 5 cumes e da maratona Luso-Galaico.

Foi graças aos dotes de orientação “columbófilica” do Manel, que nos guiou direitinho por entre trilhos e estrada até ao cimo do espectacular monte S.Gonçalo, com uma vista soberba que se espraia desde Póvoa de Varzim até Viana do Castelo.

Encontramos um elemento dos “Bikecrica”, o amigo Amadeu, que fez o resto da subida com alguns membros dos DDR´s  mais atrasados e que simpaticamente acedeu a tirar-nos uma foto em grupo e nos contou aquela cena de macumba – clicka aqui para ver, mais algumas proezas e façanhas protagonizadas pelos “Bikecrica”, enviamos daqui uma saudação para ele e para todo o Grupo.

Depois foi a descida “downhilleira”, por entre pó até…Fragoso? Palme? Sinceramente não sei o nome da povoação onde fomos “desaguar”, sei que paramos no “Café Quintas”, para tirar o pó das gargantas com umas super-bock fresquinhas, depois continuamos até Vila-Chã, Abelheira, Marinhas, limpando as vistas pela marginal de Esposende, Fão e por fim a habitual cervejinha(s) em Apúlia city.

54kms de um bom treino, para mim e para uns quantos foi a primeira vez que escalamos o S.Gonçalo e estamos certos que mais vezes se seguirão.

No final reinava a boa disposição, o chefe até mandou uma saudação para o Futre, em férias no Gerês, que nos respondeu: “ide, todos p`ró c…”.

Os Durões deste Domingo:

Tino, Ivo, Filipe, Chico, P.Pinho, P.Fernandes, Manel, Milo, Nélson e Narciso.

Duros De Roer the best team of the world, nem k kaia.


Treino de Domingo 8 Agosto

Classificações das provas de Curvos e da Rota dos Melões:

O treino deste Domingo foi um “destrambelhado” e resume-se assim:

Três Duros topo de gama apresentaram-se no local habitual, “Café Rafael”, a saber: Filipe, Futre e Milo

Outros três foram participar na 3ª prova BTT de Curvos inserida nas IX jornadas desportivas da freguesia, foram eles: Nélson, Ivo e Narciso.

Outro duro o Tino, adormeceu e mais tarde fez o treino em solitário.

Os primeiros acabaram por ir até aos montes de Curvos, local onde decorria a prova, ver como se portavam os segundos e incentivando-os à sua passagem, depois continuaram decerto pelos locais do costume.

Quanto a nós, como previsto às 09H00 apresentamo-nos na linha de partida ainda com pouca gente e ficamos bastante admirados ao ver tanta gente “consagrada”, a crise toca a todos, cheirava a dinheiro e é ver tudo atrás da cenoura, o 1º ganhou mesmo 250€.

A partida só foi dada às 09H35, por causa dos atrasados, O Nélson arrancou que nem uma bala seguido pelo Ivo e por mim, depois foi subir e descer pelas imediações da freguesia com passagem espectaculares por dentro das quintas.

Ao km 9 e qualquer coisa dei um valente trambolhão e na consequência disso ou vice-versa, partiu-se as correntes, tinha terminou a “corrida” para mim, bastante frustrado, regressei ao ponto de partida ora com a burra à mão, ora aproveitando as descidas, depois fiquei à espera dos valentes leões da montanha Nélson e Ivo para lhes tirar a foto à chegada onde ficaram nuns honrosos, 39º Nélson e 70º Ivo.

Foi curioso ter observado os ditos consagrados na hora da chegada a “esfarraparem-se” todos para chegarem aos prémios, com os que não conseguiram zangados com a organização, alegando que não ganharam por causa das marcações estarem mal feitas. É a crise meus amigos é a crise que assim obriga.

Quanto a nós (e eu apesar das contrariedades), até acabamos por nos divertir e assim é que tem de ser, só foi pena os outros DDR´s não terem participado também.

Duros De Roer  the best team of the world



DDR´s na Rota dos Melões

Apregoar no programa que era uma prova de dificuldade baixa/média, foi mentira, média/média+ seria o mais correcto no dizer dos especialistas de top quando terminaram a prova.

Aquela subida à Franqueira depois do muito pó, com a burra à mão por entre pedras era escusada, mas parece que a moda é: “a minha prova é mais dura que a tua”

Pelos comentários que ouvi, poucos foram os que não se enganaram no percurso, uns menos, outros mais como no meu caso. A organização alegou perante as inúmeras queixas no final, que alguém tirou as fitas em alguns locais e as puseram noutros, por brincadeira.

Nós acreditamos mas, como dizia alguém, o principal motivo foi a cor das fitas ser igual às que existiam penduradas em trilhos contíguos de provas realizadas anteriormente e que não foram retiradas induzindo a que muita gente se  enganasse.

Mesmo com estes percalços temos de dar os parabéns à organização, nós sabemos o quanto difícil é organizar um evento destes, o trabalhão que “isto” dá.

Quanto aos Duros De Roer:

Parabéns ao Nélson, pelo 25º lugar, no meio de tantas vedetas, foi excelente.

Parabéns ao Paulo que apesar de uma queda chegou logo a seguir, espero que te restabeleças rapidamente das mazelas sofridas.Desistir? Nunca dês essa satisfação ao teu ego, vê só como ficou maltratado o Paulo Vila (e outros), todo esfarrapado, com um olho negro, e escoriações várias na cara, sendo mesmo obrigado no fim da prova a receber tratamento médico no hospital e de certeza que nem lhe passa pela cabeça desistir.

Parabéns ao Carlos e, meus amigos este menino anda de c****.

Parabéns ao Milo que estava a “voar” com a sua KTM, mas um furo já na parte final estragou tudo e desanimado, pelo tempo que perdeu, nem quis ir ao controle de chegada.

Parabéns ao Ivo que apesar de se ter enganado algumas vezes no percurso, chegou com os da frente.

Quanto a mim, fiquei com um grande melão depois de subir à Franqueira, desci juntamente com um grupo de 5, guiados pelas marcações mas…que não eram aquelas…até Carvalhal, é o que acontece quando se confia nos que vão à frente, sem verificar se é o caminho certo, depois só me restou fazer a meia mesmo assim ainda pedalei 30km, mas só valeu 25kms, chegando em 14º lugar.

Em suma: os DDR´s mais uma vez contribuíram para o bom nome do Grupo pois fomos: “DUROS DE ROER”

Nota: foi salutar o convívio dos DDR´s com os X-par durante o almoço