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O treino de 28/11/2010

Segunda-feira, Novembro 29, 2010

Domingo, 28 de Novembro, mais um dia para as habituais jornadas de luta domingueiras pelos trilhos dos montes do concelho de Esposende, com os protagonistas do costume, os  Duros De roer.

Começamos sete, com o compromisso de “apanhar” o Mota à entrada da ponte de Fão e…surpresa, também lá se encontrava o Futre.

– “saí do Rafas a todo o gás para vos apanhar e encontrei o Mota à vossa espera senão tinha continuado”

O “bando”, agora composto por nove, atravessou a ponte depois Gandra e Marinhas.

O Tino teimou em continuar por um trilho sem saída (o Xico tinha-nos levado p`ra lá por engano), enquanto os oito deram meia volta e voltaram para trás, o Tino ficou tresmalhado, obrigando a turma de longe a gritar várias vezes pelo seu nome para o localizar, respondeu-nos…um caçador do alto de S.Lourenço mas, como o gajo estava armado não quisemos muita brincadeira com o animal. Ao fim de 15 minutos lá apareceu o Snr Celestino e a dizer:

”havia uma saída, não sei porque não vieram atrás de mim”

De novo todos juntos, dirigimo-nos p`rós montes, a nossa arena preferida para as lides… duras de roer.

Subimos até à pedreira de Belinho e depois pelo estradão magnífico com uma bela paisagem até à Snra da Guia.

Por norma, quando vimos para estes lados, é quase obrigatório descer por um dos dois trilhos que mais descarga de adrenalina provoca a quem ousa desafia-los. Não fugimos à regra, não descemos pelo trilho mais difícil – o da Imagem -, faltavam o Rui ou o Marinheiro para encorajar a malta, os especialistas nestes trilhos mais apropriado para free-ride,  descemos pelo trilho oposto o de Antas.

Tal como nos torneios de “Rodeo” Americano, o Filipe, o Xico e o Berto foram os que se aguentaram mais tempo a descer sem parar em cima as suas montadas.

Terminada a descida o Futre e Eu alçamos a perna contra uma parede para aliviar a bexiga, o outro pessoal vendo-nos com o coiso na mão decerto tiveram medo e pisgaram-se, quando terminamos a última sacudidela, estávamos sozinhos só restando correr atrás do prejuízo, isto é, atrás deles.

Metemos pelo caminho d`um pinhal julgando ser esse por onde o maralhal foi, sempre em grande speed para os apanhar, o sapato do Futre é bem a imagem do que se passou, abocanhava tudo o que encontrava pela frente chegando ao fim depois de atravessar o estradão da mata, no estado que a foto documenta.

Tudo em vão, os sete tinham ido por outras paragens; já nos semáforos de Antas toca o meu telemóvel:

Era o Berto:

“Onde estais? Na Malafaia??? Hii!!! com c****, onde vós fostes parar, vinde ter connosco ao café do Milo, sabes onde é, não sabes? É que queremos ir por uns trilhos novos”

Okay, vamos lá mas, ao fim de uns metros toca o telemóvel do Futre:

“Onde estais? Na Malafaia? Deixai-vos estar aí que eu vou ter convosco” – era o Nelson.

Ok!!!

Mais uns metros e novo telefonema p`ró Futre:

“Vinde ter ao café do Milo, nós estamos aqui à vossa espera”

Elucidativo como este grupo funciona, o certo é que Eu e o Futre fizemos um circuito extra com uns bons kms a mais.

Em Antas antes de iniciar a descida para o rio Neiva e ao passar num casebre, uma senhora idosa pergunta-nos:

“ Não viram o Manel? Digam ao Manel para trazer o vale dos duzentos euros, tá bem? Não se esqueçam, tá bem?”

“Como é que você se chama?Qual é o seu nome?” – perguntou o Mota.

(entretanto o chefe deu um valente pontapé numa porta)

“ Ah!! Digam ao Manel da junta que é a Maria das Beiças, ele já sabe quem é?”

O Mota prontificou-se a avisar o Manel.

Pedalar pelas margens do rio Neiva mesmo que já o tenhamos feito inúmeras vezes, é sempre um prazer renovado a que ninguém fica indiferente pela beleza dos trilhos, atravessamos uma pequena ponte pedonal e serpenteamos pela margem Sul no meio dos arbustos até à azenha do Minante.

Na azenha vejam pelas fotos o que se passou: não é que o maluco do chefe foi ao banho? O Xico e o Berto ainda fizeram uma tentativa para o imitar, tirando a camisola e os sapatos, incentivados pelos restantes para que mergulhassem mas, não tiveram tomates para o fazer.

O regresso fez-se ainda pelo trilho acidentado da margem do Neiva que começa na Malafaia e termina a poente da freguesia de Antas.

Pelos caminhos arenosos foi sempre a dar rasgadinho nas burras até desaguarmos no café Sport em Fão para a habitual escala técnica hidratante, sobrevivendo apenas quatro resistentes dos nove que iniciaram o treino (o Mota não conta porque estava em casa), para atacar a parte final até Apúlia.

Os DUROS DE ROER deste Domingo:

PAULO F, XICO, FILIPE, BERTO, NELSON, TINO, FUTRE, MOTA E NARCISO

PS: no próximo dia 1 Dez. feriado, está previsto, se as condições meteorológicas o permitirem, fazer um treino em Viana do Castelo. O encontro é no local do costume.

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