Skip to content

Vacaciones

Segunda-feira, Agosto 8, 2011

Domingo, 07 Agosto 2011

FILIPE, CHICO, TINO, PAULO PINHO,IVO,MILO,NELSON,NARCISO e CÉSAR que passou de mancebo a aspirante e tem agora o quadrado com a sua fronha na galeria dos duros, mas lembra-te, aspirante, que continuas à experiência

Foram estes os ddr`s que participaram este Domingo num treino descontraído, finalmente tivemos uma folga das inúmeras provas em que participamos nos últimos tempos e como não se perpectiva  entrarmos em mais nenhuma até Setembro, vamos cultivarmo-nos um pouco (e esta ehein?), sobre o que é o overtraining, palavra inglesa para definir treino excessivo e pronunciada amiúde por todos nós, mas que poucos sabem o verdadeiro significado

O texto pode parecer fastidioso ao principio, mas se continuarem a ler, vão ver que é interressante e util

Treino excessivo ou “Overtraining”,

“Alguns sintomas do treino excessivo podem ser sentidos normalmente no processo de treino, sem ser considerado “overtraining”.
Há dois tipos de treino excessivo, cada um com os seus sintomas e evoluções diferentes. Há o treino excessivo denominado simpático-tônico, que se caracteriza pelo predomínio do sistema nervoso simpático vegetativo.
Os sintomas estão relacionados com os processos de super excitação, como:
pulsações em repouso aumentadas Treino excessivo ou “Overtraining”, significa treino excessivo o que leva à fadiga momentânea e que pode ser curada através de alguns cuidados simples. Um atleta, um ciclista consegue cada vez mais, melhorar a sua forma física através da assimilação progressiva das cargas de treino. Quando efectuamos um treino estamos a submeter o nosso corpo a uma sobrecarga de esforço e a um stress. Este trabalho extra causa-nos uma fadiga proporcional à carga de trabalho. Esta fadiga é considerada boa, já que é uma espécie de protecção frente a um possível esgotamento total, que nos indica quando devemos diminuir ou encerrar o treino. Este stress físico provoca no corpo um mecanismo de adaptação de acordo com a assimilação do treino produzindo-se uma série de processos de recuperação e regeneração.
Estes processos são explicados pela Teoria da Síndrome Geral de Adaptação, na qual é produzida uma série de trocas endocrino-metabólicas, como resposta ao stress, tanto físico, psíquico ou nervoso.
A recuperação permite que possamos dar sequência ao treino e, nas fases seguintes, a mesma sobrecarga será vencida mais facilmente. Por isso, não adianta treinar com todas as forças na véspera de uma competição.
A evolução da forma física é lenta.
O homem vence os seus obstáculos porque vai-se acostumando com as novas situações.
A carga de treino e a sua recuperação são recíprocas e estão extremamente unidas. O incremento da eficácia do treino tem como uma das condições mais importantes a utilização racional de um sistema de alternância entre a carga e a recuperação.
Há diversas maneiras de restabelecimento e recuperação.
A recuperação depende de diversos factores.
Entre os que se destacam estão:
tipo de esforço, duração, intensidade, sucessão de cargas de trabalho, frequência de cargas de trabalho, frequência das cargas de treino, nível do treino, constituição do ciclista e factores ambientais.
Quando não acontece a recuperação suficiente, e isto se repete de forma mais ou menos seguida, a fadiga produzida não se restabelece e vai se acumulando. Nos treinos seguintes, o ciclista estará sobre um treino anterior não recuperado, ou seja, deu uma “pedalada maior que a perna!” Está instaurado o que se denomina treino excessivo ou “overtraining”.
Causas
Aumento, de forma brusca, da quantidade de treino. Aumento brusco de um treino para o outro, ou de uma semana a outra;
Aumento rápido da qualidade do treino: trocas de ritmo fortes, sprints, trabalhos de séries (tiros) com pouca recuperação e treinos muito seguidos;
Treinos repetitivos que requerem muita exigência técnica como os treinos de velocidade em pista e de técnicas de “BMX” ou “Mountain bike”, que necessitam de muita atenção e concentração;
Pouca variação nos treinos:
falta de criatividade, fazer sempre a mesma coisa, treinar sempre no mesmo lugar;
Um plano de treinos e competições que não leva em consideração a recuperação. Tudo tem que ser balanceado e, para isso, em algumas competições, deve-se somente entrar com o intuito de treinar;
Alimentação inadequada, que não repõe os gastos energéticos acumulados;

Falta de descanso diário;
Quando a sobrecarga do treino se junta com actividades profissionais ou pessoais;
Problemas de saúde:
infecções, anemias ou parasitoses que são, geralmente, consequências de uma má alimentação ou recuperação. Isto acontece porque a resistência caiu. A “bateria” não carregou o suficiente!
Resumindo
Treinar mais, nem sempre é melhor;
Sem recuperação, não há melhora;
Se você treinar forte, faça uma alimentação correcta;

O treino é a forma, o descanso é a base.
Treino Excessivo
Por exemplo, é inevitável, para quem se afastou por pouco tempo ou para quem nunca fez musculação, sentir dores musculares nas primeiras semanas de prática.
As dores são, como já foi dito, a defesa do organismo como consequência da falta de costume do corpo em relação a uma actividade já um pouco esquecida. Alguns sintomas do treino excessivo podem ser sentidos normalmente no processo de treino, sem ser considerado “overtraining”.
Há dois tipos de treino excessivo, cada um com seus sintomas e evoluções diferentes. Há o treino excessivo denominado simpático-tônico, que se caracteriza pelo predomínio do sistema nervoso simpático vegetativo.
Os sintomas estão relacionados com os processos de super excitação, como:
pulsações em repouso aumentadas
problemas de sono
perda de peso
fadiga fácil
elevação ligeira da temperatura
dores de cabeça
perda de apetite
recuperação da frequência cardíaca retardada
palpitações
descoordenação
irritação
depressão

Neste caso, a pessoa cansa-se facilmente, perde peso, não consegue dormir. Além disso, o atleta tem dificuldades para respirar durante o treino, perde o apetite, aumenta a sensação de sede, a pulsação fica acelerada e aparecem palpitações que antes não existiam. A recuperação da frequência cardíaca após o esforço, é lenta e a pressão arterial elevada
Este tipo de treino excessivo é fácil de ser diagnosticado, porque os sintomas aparecem e são facilmente identificados: o atleta sente-se mal.
O outro tipo de treino excessivo inicia-se com sintomas que não indicam enfermidades. O atleta não se sente mal, mas também não rende
. É denominado de treino excessivo parassimpático-tônico.

Alguns sintomas que ajudam a detectá-lo são: falta de rendimento, com fácil fadiga, suores nocturnos e, também, elevação da pressão arterial, tanto em esforço como em repouso. A capacidade e a velocidade de reacção é, tardia e sente-se uma descoordenação. Mesmo assim, o atleta tem boa recuperação, não perdendo peso, alimentando-se e dormindo normalmente. O humor da pessoa não se altera.
Tratamento

O tratamento será diferente para cada tipo de treino excessivo. Por isso, deve-se chegar a um bom diagnóstico, sem erros, para que não sejam aplicadas medidas terapêuticas inadequadas. Para se obter essa exactidão, o atleta deve saber com certeza, como se sentia antes do aparecimento do cansaço para avaliar o que aconteceu, sempre com acompanhamento médico.
Em ambos os casos, temos que eliminar inicialmente os factores sociais e biológicos (doenças) que poderiam ter levado ao treino excessivo. Uma vez eliminados estes factores, orientações e medidas que conduzam a um restabelecimento da normalidade podem ser aplicadas, modificando-se o treino e tomando certos cuidados para uma melhor recuperação. Treino excessivo Simpático Tônico Se o treino é do tipo simpático tônico, a primeira coisa a fazer é reduzir a sua intensidade eliminando-se competições, sobretudo as mais duras:
diminuir a intensidade do treino
incluir repouso activo
alongamentos e yoga
massagens
sauna moderada
vitaminas B, C e A
diminuição de proteínas na alimentação
alimentação de reposição energética
Nestes casos, o treino deve ser bem leve, apenas para manter a resistência geral básica. Devem ser excluídos os treinos que possuam tiros, sprints potência, ou seja, tudo o que significar intensidade e sobrecarga.

No caso de um treino excessivo muito intenso é aconselhável até um pequeno distanciamento da bicicleta a fazer o chamado descanso activo, feito com exercícios que mantenham a actividade física, mas que não estejam directamente ligados à bicicleta.
Deve-se dar ênfase a actividades terapêuticas, como:

massagens leves, alongamento, yoga. Recomenda-se também uma viagem para um lugar agradável com banhos de sol.
A alimentação merece um cuidado especial
.

Em primeiro lugar deve-se diminuir o consumo excessivo de proteínas. Os alimentos muito proteicos, como a carne, produzem um acumular de substâncias tóxicas que devem ser eliminadas. A energia extra utilizada na sua eliminação deve ser aproveitada na recuperação dos músculos e órgãos cansados.
A alimentação deve ser à base de massas a frutas e verduras. Se a energia gasta em treinos e competições não for reposta, acumula-se um deficit que pode acarretar uma anemia profunda, recomendando-se para isso, a ingestão de vitaminas B, C e A.
Se forem tomadas as medidas necessárias, a recuperação vem em uma ou duas semanas e a volta à forma deve ser progressiva até se chegar à normalidade.
Treino excessivo Parassimpático Tónico

O outro tipo de treino excessivo, o parassimpático tónico segue um tratamento muito parecido com o anterior, mas não se deve cortar o treino com a bicicleta e sim, diminuí-lo. O volume deve ser reduzido e o tempo também. O treino precisa ser alternado, com fases de alta intensidade, em pequeno número e com grande recuperação
Como no tratamento anterior, deve-se seguir as actividades terapêuticas, dando uma atenção especial à alimentação – aqui o número de proteínas não precisa ser tão reduzido.
Este tipo de treino excessivo tem uma evolução mais lenta, também porque o diagnóstico é mais lento e difícil. Requer semanas e até meses para o treino voltar ao normal. Deve-se evitar também as competições mais fortes.

Conclusões:
O treino excessivo pode estar muito próximo se treinarmos de maneira errada e não fizermos uma recuperação adequada. Isso também não é motivo para que você fique assustado.
Devemos apenas, absorver a ideia de que a recuperação é tão ou mais importante do que treinar.
O tema treino excessivo é muito interessante para quem está se iniciando no desporto, seja juvenil ou adulto. Toda aquela ansiedade inicial deve ser ajustada, modulada para que não aconteçam desilusões futuras com a queda brusca da condição física. O ideal é treinar forte no momento certo, com muita dedicação, mas com cuidado”

Como este blog está também a ficar com overtraining, vai de férias até ao fim do mês

No comments yet

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: