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Fim de semana à vela e pelos trilhos

Segunda-feira, Junho 4, 2012

AVISO AO PESSOAL QUE VAI A SANTIAGO: O SACO COM A ROUPA TEM OBRIGATORIAMENTE QUE FICAR HOJE DIA 6 NA PIZZARIA URBANUS ATÉ ÀS 22H00. QUEM NÃO O FIZER AMANHÃ CARREGA COM O SACO ÀS COSTAS

Outra chamada de atenção aos ddr…e não só, o professor Fernando endereçou-nos um convite (ver cartaz rota da batata ao lado). Os prémios são bons, temos no grupo rapazes para ganhar alguma coisaque tal? Vamos atacar?

por: Bruno Monte

PELOS TRILHOS.…                       

Hoje domingo 3 de junho a rapaziada decidiu dar um passeio mais longo…de longo não teve nada, lol 😀 ficaram de reunir-se no rafas às 8:30, pois não me avisaram lol, mas apeteceu-me ler o jornal e às 8:30 em ponto lá estava eu. Ainda fomos à nossa lota dar uma volta à espera de mais pessoal e depois seguimos para o treino.

No que concerne ao treino, íamos fazer um passeio mais longo daí a hora da reunião no rafas mas, foram apenas 40km. E que 40km, não foram muito duros mas foram fantásticos, voltamos a fazer parte do 2º Raid X-PAR, fomos até à barca do lago, apanhamos o trilho do raid, com algumas diferenças, passamos pelo muro antes da quinta do Marachão, que eu não conhecia. Na descida do single trek ao lado do Cavado, o Rui nem pensou fez a descida mais ingreme com um bruto salto, o Marinheiro a mesma coisa, o Berto lá tentou e fez parte, mas o resto nem pensar aquilo é mesmo só para quem sabe ou que tem coragem redobrada… mesmo antes da descida que fizemos na quinta à noite três DDR tinham tanta pressa em faze-lo que obrigaram o Rui a ver a cor da terra…lol… Quando chegamos ao ponto de divisão entre os 30km e os 50km houve algum debate para se decidir qual o rumo a tomar e após votos decidimos por uma pequena margem (99% 30km e 0,1% 50km), por fazer os 30km. Pelo caminho é de realçar que os X-PAR não retiraram as fitas nem as placas, o que facilitou a navegação, ainda bem pois quem fez os 30km já não conhecia o caminho…lol. Pelo caminho também encontramos vários grupos de betetistas, provavelmente a fazer o mesmo percurso que nós. Falamos dos caminhos de santiago e de como o vamos fazer, de pais que vão doar a sua bicicleta à “prol”, depois de a doar só vai poder usar a burra de competição, CUIDADO. Ainda houve tempo para ir ao Marcelo, mas estava ocupado com festa, daí fomos ao clube de canoagem e como o tempo estava favorável e o rio convidava, eu e o chefe fomos dar um bruto mergulho e que maravilha que estava a água. Este trilho é de uma beleza difícil de igualar na nossa região e extremamente divertido, os DDR presentes: Filipe (chefe), Rui, Marinheiro, Futre, Emilio Pinho, Paulo Pinho, Chico, Berto, Milo, Mota, César e Eu, penso que não me esqueci de ninguém 😀

Para aqueles que vêm o nosso Blog e apenas leem estes comentários dos nossos treinos e que acabam por não ter noção dos percursos que fazemos, da beleza desses trilhos, lanço o desafio de ver as nossas fotos e pedir os percursos em GPS que nós fornecemos, os DDR dispõem todo o seu apoio a todos os amigos betetistas.

….À VELA

por: Narciso Ribeiro

Pois é friends, este fim-de-semana dei descanso à mule jumping, Coluer e rumei até à race village na marina de Pedrouços em Algés,  onde neste momento está sediada até ao dia 10, a maior regata à vela à escala mundial: a “Volvo Ocean Race”, que combina competição desportiva com aventura a bordo, com o drama e a resistência das travessias transatlânticas, praticado por “men, sailors crazy ”

Uma oportunidade que não podia perder de jeito nenhum, quem aprendeu desde há muito a gostar deste desporto nas várias temporadas que passei nos Açores. Ver ao vivo, os barcos à vela mais velozes do mundo com tecnologia de ponta, que, quem como eu tem seguido todas as peripécias desde o seu inicio em Novembro 2011, a estratégia de navegação das tripulações, os dramas com os cascos rachados e mastros partidos que afetaram todas as embarcações nos mares gelados do Sul, ver agora ao vivo os protagonistas dessas aventuras e desventuras é único, só quem andou no mar é que compreende esta mística

Sempre admirei o espírito aventureiro destes marinheiros malucos, sailors crazy, como nós lhes chamávamos, que passam dias a fio em fainas desgastantes, a dormir pouco mais de uma hora, alimentando-se só com comida liofilizada, com um espaço reduzido de dois metros para “dormir”, que enfrentam tempestades com vagas de 15 metros em águas dificeis que, se tem o azar de cair nessas águas em poucos segundos morrem de hipotermia, ou se tem uma avaria, tem que se desenrascarem sozinhos porque o socorro naquelas paragens é difícil e fica a muitas milhas de distãncia do porto mais próximo

Agora ver e conversar com os tripulantes destes barcos e imaginar tudo porque passaram é como uma história atribulada com final feliz.

Convivi inúmeras vezes com velejadores de toda a parte do mundo, incluindo uma edição desta regata que então se chamava Whitebread The Word Race, que faziam escala na cidade da Horta na ilha do Faial. Nunca poderei esquecer os momentos fantásticos de convívio e as carraspanas de gin tónico que apanhavamos no Peter`s, o bar que ainda hoje é uma referência obrigatória, para todos os velejadores que atravessam o atlântico, e, depois regressávamos a bordo abraçados a cantar, nós em Alentejano, eles em inglês ou outra lingua (às vezes a vomitar), já com o Sol a nascer

Agora, passados alguns anos, no meio daquelas seis embarcações (o limite da Ocean Race), à vela de 14,5 toneladas, com mastros de 31 metros, em carbono, capazes de atingirem 40 nós (74km/h) – em termos de comparação será o equivalente a 350km/h de um carro formula 1 -, com uma logística gigantesca (só para citar alguns pormenores que acompanha esta regata em cada porto de escala:  200 contentores divididos por dois barcos porta-contentores e um avião de carga), conversava com amigos dessas aventuras de então e às duas por três, o nosso olhar desvanecia-se para lá do horizonte e abstraímo-nos do que nos rodeava ao mesmo tempo que eramos como que transportados do meio daquela atmosfera marítima, relembrando com nostalgia as peripécias dos momentos “loucos” em terra e quando acompanhávamos as regatas em alto mar, muitas vezes enjoados, com mar picado pela proa, enquanto observavamos fascinados os sailors crazy  à bolina ou a cassar o velame . O slogan desta regata diz tudo: “Life at the extreme”, (a vida no limite)

Pronto já desabafei, e para desanuviar aqui vai um post de folga:

PRETA E SOLTEIRA : 
Procuro companheiro macho, a origem étnica não é importante. Sou muito boa fêmea e adoro BRINCADEIRAS.
Gosto muito de passeios nas matas gosto de andar de jeep, de viagens para caçar, acampar e pescar, de noites de inverno aconchegadas junto à lareira. Jantares à luz de velas fazem que vá comer-lhe à mão. Quando voltar a
 casa do trabalho esperá-lo-ei à porta, vestindo apenas o que a natureza me deu. Telefone para 218756420 e pergunte pela Micas. Aguardo notícias suas?

RESULTADO DO ANÚNCIO: 
Mais de 15.000 homens deram por si a telefonar para a Sociedade Protetora dos Animais – Secção de Caninos…

PS: esta história é verdadeira e até ao momento desconhece-se se algum ddr faz parte dos 15000 que telefonaram para a Micas

One Comment leave one →
  1. bruno permalink
    Terça-feira, Junho 5, 2012 0:39

    boa noite a todos os DDR, relativamente ao comentário do nosso amigo Narciso, digo que adorava assistir à Volvo Oceans Race…grande diversão. o comentário ao passeio de domingo está em fase de elaboração mais um dia e ele aparece…grande abraço

    Gostar

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