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Por SLUZIA

Segunda-feira, Junho 17, 2013

Por SLUZIA

Aproveitamos a ida do Chico e do Milo para o Gerês e fomos pela primeira vez este ano partir pedra e outras coisas, para S.Luzia.

Tivemos o privilégio da companhia dos dois downhilleiros: o Hélder-da-Ramson  e o Rui-da-Intense, que, apesar de serem da casa, estes dois são como os gatos – desaparecem  sem dar cavaco a ninguém, chifram-nos a torto e a direito com outros grupos, enfim,  mas quando lhes cheira a trilhos malucos como os de hoje, aparecem  prontos e é um regalo vê-los a desbundar pelas descidas íngremes de pedras soltas e então, perdoamos-lhes todas as traições, até as mais vis

Também tivemos a acompanhar-nos a nova promessa dos ddr, já é a terceira vez consecutiva que se aguenta no reino dos duros, onde poucos candidatos sobreviveram ao fim do primeiro treino. Quando alguém aguenta três de seguida, é melhor começar a dar mais atenção ao artista, porque é possível estarmos em presença de um novo projecto de rafeiro. O Martinho ainda não provou nada, além da persistência – ainda não vimos como reage aos espalhanços -, mas pelo que vimos até agora, quer-nos parecer que o Martinho é daqueles que não enganam. A ver vamos

Foi uma manhã muito produtiva e, se do início da subida por pixe  até ao santuário de S.Luzia e depois pela calçada romana e estradões até às torres eólicas não aconteceu nada de relevante, na volta foi diferente e bem mais produtiva e divertida:

Comecemos pelo trilho íngreme de pedras, com as bulldozers Ramson & Intense a abrirem caminho p´ros restante, tratando os calhaus por pixe. O chefe, o Milo Pinho, o César e o Tóze, ainda deram um ar da sua graça mas claro, as mulas pesadonas de 17kg dominaram.

Eu e o novo recruta até descemos aquilo mais ou menos bem, às vezes patinavamos nas pedras, mas chegamos ao fim direitinhos…com as mulas às costas, pois que remédio

 

Mais à frente um single-track tecnicista e a diversão a continuar quando o Nelson partiu o dropout  por causa do…coiso…., que o obrigou a desviar-se contra um trepo e a paródia atingiu o auge depois de o Diogo levar a melhor sobre o Milo Pinho porque o mortal dele foi melhor e mais aparatoso, caiu à campeão com tempo para ficar bem no retrato da GOPRO do Tóze, até nisso é vaidoso. Isto segundo me contaram mais tarde, porque antes disso tinha voltado para trás a servir de ama seca ao Nelson com o drop atado às escoras da Cube por um linda pulseira sacrificada ao óleo das correntes e das roldanas. Valeu que encontramos o Bruno que mesmo com um braço empenado, foi uma ajuda preciosa – e não foi só para o Nelson – e o transporte da Cube foi rapidamente resolvido com esta anichada na mala do carro. Obrigado Bruno

Foi neste ínterim de cinco kms, quando fiquei só, que senti orgulho da minha querida mula, quando foi ultrapassada e respondeu de forma categórica a uma provocação do que parecia ser um PRO, com uma Scott topo de gama: “então isso não anda ?” Oh, oh, o que ele foi dizer, a Jolly encheu-se de brios e ferida no seu orgulho, foi no seu encalço, ultrapassando-o pouco depois e embora voltasse a ser ultrapassada com ar de desprezo e gozo pelo pseudo PRO, foram só alguns segundos até passar novamente para a frente e distanciar-se o suficiente para deixar de vê-lo no retrovisor. A Jolly quando quer é danada para a brincadeira   

Mas hoje a estrela da companhia foi a Scalpel do Ivo. Infelizmente, pelo que já foi dito, nós os três não podemos assistir ao espetaculo, mas pelo que nos contaram foi lindo, lindo, ver às proezas destemidas de bem cavalgar da novíssima burra Scalpel. A rafeirada ficou impressionada e admirada, com o arrojo, técnica, coragem, determinação com que a mula  do Ivo levou de vencida o ultimo trilho downhilleiro. Depois deste show e pelo visto foi só uma amostra do que vai ser no futuro, vai ser difícil satisfazer tantos pedidos de fotos da Scal, todos querem andar com uma no tablier do carro. Falem com o Ivo

Os Catorze:

Filipe, Milo Pinho, Rui, Hélder, Ivo, Futre, Narciso, Nelson, César, Bruno, Tóze, Diogo e Martinho

chiuaua

PS: por causa deste cão, o Ivo não merecia ter chegado tão tarde a casa, mas pronto são azares e o que é mais aborrecido é que nem eu, nem o Hélder, lhe pusemos a vista em cima

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