…e fomos à “Viv`a Barca”

Em primeiro lugar os parabéns aos irmãos Paulo e Diogo Fernandes pelas excelentes prestações no 6ºbtt encostas do Facho e, o 5º lugar do Diogo na meia maratona, bem poderia ser outro se a 500m do meta não se tivesse enganado e feito mais 2kms extra(mais uma vez) e, pelo 6º do Paulo na maratona. Parabéns campeões.

 

…e nós fomos à “Viv`a Barca”

1º btt “VIV`A  BARCA”, assim se chamava a grande maratona realizada este domingo na Barca do Lago, em Gemeses…bom, não era assim muita grande, no entanto foi maior que a saudosa maratona de Fão, de há precisamente dois anos também no ultimo domingo de Julho  – vidé crónica de então Aqui – e, essa grande maratona de Fão apesar da dureza, correu muito bem – tirando aquela parte, de um dos directores se ter pirado com o dinheiro das inscrições e nunca mais ter aparecido até hoje, tendo o outro director Snr Luís Lopes, distinto ddr nas horas vagas, suportado  na integra o prejuízo de tão traiçoeira sociedade a que, nem os incessantes apelos e recados do Snr Lopes, o comoveram para que regresse a pôr as contas em dia, resultaram até agora…

Mas nós estamos aqui é para falar da maratona de Gemeses.

A  “VIV`A BARCA” com uma distãncia de 30kms, contou com mais de cinco dúzias de participantes incluindo o Nelson que depois do sucesso na “rota dos melões” – e de ter sido traído pelo Pedro, com este agora a fugir com o rabo à seringa ao recusar-se a pagar-lhe o leitão assado que tanto lhe custou a ganhar -, voltou a acabar mais uma grande maratona, que-não-era-assim-muito-grande e, só não foi o primeiro ddr, porque hoje era o dia do Martinho, que esteve imparável e não deu hipótese à concorrência dêdêrriana e chegou em primeiro e só não cortou a meta…porque não havia meta (o Chico chegou primeiro mas não contou porque atalhou), com todo o à vontade depois da alucinante recuperação de três kms, enquanto o resto da cambada se entretinha a enganar-se por outros caminhos. Grande recruta Martinho, os resultados da disciplina dos treinos começam a surgir. No final, agradeceu a vitória ao seu treinador Filipe Rei. Só por este gesto já conquistou mais um bocadinho da camisola ddr18384_531640713550567_1249300695_n

Esta grande maratona que-não-era-assim-muito-grande, teve de tudo e a organização até inovou, com um posto de controle a cada 6,5kms, para controlar no fim… …nada…porque sim; com meia hora de atraso, deu-se inicio à partida com muita gente sem capacete; todos os participantes tinham dorsais em vez de fitas azuis bébé como daquela vez em Fão; com chuva e lama à fartazana, cada um perdeu-se como quis: primeiro o Chico e o Martinho, depois o resto da cambada, depois toda a gente, depois eu que fui ao encontro dos extraviados para os orientar e desorientei-me e fui parar a Perelhal e tive que subir o monte, descer e voltar a subir obrigado por dois motards da organização porque pedalava em sentido contrário e a ironizarem… que eu tinha atalhado (quando um gajo tem azar até os cães mijam nas pernas), e privando-me do reforço. E foi no monte que encontrei o grande recruta Martinho ou ele a mim e voamos juntos até à meta, que por acaso não houve, com picos de velocidade da ordem dos 10kms/h, pqp, onde o Chico este sim, atalhou, já se encontrava com sorriso de orelha a orelha por ter partido o quadro da burra, para espanto de quem observava a cena e não compreendia tal satisfação mas, nós sabemos porquê!!!!

Passados vinte minutos, chegaram os restantes ddr, com um miúdo imprudente sem capacete (mais um), ferido num ombro e nas costas, em consequência de um tombo.

E foi assim que onze ddr: Filipe, Chico, Milo Pinho, Paulo Pinho, Milo, Futre, Narciso, Nelson, Tozé, Seara e Martinho, se divertiram como sempre e deram vida a esta prova de btt, tão digna como outra qualquer mas, nós só damos os parabéns à organização pela iniciativa e por terem posto grandes e pequenos a mexerem-se e reprovamos como foram negligentes, ao permitir, sem terem a noção básica da responsabilidade, que tanta gente participasse sem capacete. O miúdo acertou com o ombro e costas nas pedras e se tivesse acertado com a cabeça?

Vídeo de: António Maia (Tozé):

A pedido aqui fica o vídeo oficial transmitido pela RTP2 da prova de Tougues do passado dia 14:

Pela pista de Tougues

DOMINGO 28, O TREINO COMEÇA ÀS 08:30 NO LOCAL DO COSTUME

ATENÇÃO: ESTÃO ABERTAS AS INSCRIÇÕES PARA O RALLY DAS TASCAS clicar aqui:RALLY DAS TASCAS

Pela pista de Tougues

Espicaçados pelos comentários radicantes sobre a pista de Tougues, os ddr`s foram até essa pacata freguesia do concelho de Vila do Conde, onde na semana passada se realizou uma prova de XCO (cross country olímpico), para o campeonato nacional, experimentar se era assim tão dura e técnica como apregoava quem já a tinha feito

Guiados por dois atletas de alto gabarito: – Joana Barbosa, campeã Nacional, prestes a fazer a dobradinha com a taça, bastando que, para tal, no 1º domingo de Agosto em S.Torcato vá ao pódio, e, não temos duvidas, depois da forma autoritária e segura como ganhou no domingo sem adversárias à altura (como se viu na excelente reportagem da RTP2), esse feito se concretizará com inteira justiça. Pela nossa parte reforçamos-lhe mais uma vez os parabéns pelo campeonato e desejamos-lhe toda a sorte do mundo para a taça -, e o promissor Rúben Amorim ainda júnior, da linha do nosso Diogo Fernandes, possuidor de uma técnica invejável bastante apurada e…um futuro campeão (já o é), sem duvida alguma -, sem eles teríamos tido dificuldade em dar com a pista e faze-la na totalidade, na extensão de 4kms. Obrigado aos dois

A pista é de facto muito exigente, segundo os PROS das mais exigentes do país e hoje tivemos o agravante além do pó, sem alguns estrados entretanto retirados, de estar bastante cavada nos pontos mais sensíveis devido à prova realizada que, como é óbvio, acrescenta mais dificuldade

E com mais ou menos dificuldades, todos fizemos a pista mas, temos de destacar o show – além da Joana e do Ruben -, do Tozé, Paulo Pinho, Diogo e sobretudo do Filipe com a sua velha bombardeira Scott com o disco empenado, e do Milo Pinho com a Scott Ramson que deram espectáculo, só faltou mesmo o Chico, o Berto, o Rui e o Hélder, calhados para estes radicais mas, o melhor mesmo é ver as fotos que o nosso fotógrafo Bruno Monte, Tozé e algumas minhas (poucas), captaram principalmente da última metade:

Fotos das evoluções dêdêrrianas pela pista

e o vídeo do Tozé:


Pela “Rota dos Melões”

ATENÇÃO DDR`s: DOMINGO  21 O TREINO COMEÇA ÀS 08H30 NO RAFAS

Pela “Rota dos Melões”

Notícia publicada
posteriormente

RME o leitão assado vai (ou há-de ir)…para o Nelson Miranda, o grande vencedor da aposta com o Pedro, que teve a lata de o desafiar em que chegaria primeiro à meta na distância dos 60kms, mas a aposta esteve em risco de a perder por causa da casmurrice da burra Cube essa desavergonhada, que o ía tramando antes da partida com um furo mas, não foi a única…

Este domingo, para os que não sabem, realizou-se em Vila Seca, o 6º raid da famosa e emblemática prova de btt “Rota dos Melões”, onde os ddr`s não podiam faltar e compareceram com um séquito de dez elementos entre os quais o Martinho acabado de chegar de França e que não quis faltar por nada.  

Comó costume, metade dos ddr`s, chegaram em cima da hora – por mais que tentemos não conseguimos corrigir este rés/vés de andar sempre no fio da navalha.

Quando nos dirigíamos para o local da partida, encontramos muitas caras conhecidas. Os PROS do grupo ddr: os irmãos Paulo e Diogo Fernandes e o Tozé, foram cedo para arranjar lugar na frente como convém a quem quer andar no limite sem o empecilho de ter que ultrapassar os mais lentos, misturados com outros PROS de nomeada: Celestino Faria, João Pedro (Pierre), Nuno Martins, Fátima Mello, Luís Neves, Hélder Santos, Tiago Sousa, enfim um naipe de gente que não brinca em serviço e mais haveria se não fosse a prova para o campeonato em Tougues ter desviado muita gente incluindo a brigada do CDC Navais. Um pouco mais atrás estava o Nelson que também foi cedo, compenetrado sem dar cavaco a ninguém, vigiado de perto pelo Pedro, com este a não se importar que partisse na frente, porque, deve ter pensado: –  mais km, menos km, o Nelson vai desistir com um pneu furado, corrente rebentada ou lixado das costas e o leitãozinho estará no papo

Por termos chegado tarde nós os cinco – Filipe, Emílio Santos, Milo, Narciso e Martinho – arrancamos na cauda do pelotão mas, por pixe até Lordelo deu para recuperar uma porrada de lugares. De Rio Tinto até à margem do rio, o Milo Pinho depressa foi ocupar o lugar dele lá na frente. Com o sobe e desce do agora ultrapasso eu a subir e depois tu a descer curtíamos o percurso muito agradável e bonito pela beira-rio.

Ao fim de quinze kms chegamos ao reforço em Gilmonde, bem apetrechado onde o essencial não faltava. O Filipe e o Milo já lá estavam a enfardar uns pastéis de carne.

Arrancamos os três e logo a seguir duas placas indicavam 60 e 30, e, francamente, não me parece caso para ter havido polémica com a separação como ouvi no final, as placas estavam bem visíveis, eu sei que a tendência de quem vai na esgalha é olhar para o estado do trilho e abstrair-se de tudo o mais mas aqui, só mesmo por distração

Questionei o Filipe para irmos p`ros 60, para fazermos companhia ao Nelson e ao Pedro mas o Milo estava com pressa porque de tarde tinha de ir pescar e então viramos para a direita. Nas seis edições, foi a minha primeira vez nos 30 e, ainda bem que optei por este percurso que, pelo que constatei mais tarde deu mais pica que o outro. Continuamos a bom ritmo  mas sem esforçar em demasia porque ainda faltavam 20kms.

 A certa altura o Filipe alertou que estávamos enganados, não havia marcações e toca a voltar para trás com alguns bettistas que nos seguiam. Felizmente não perdemos muito tempo. As marcações estavam lá, nós é que nos distraímos e assim recomeçamos a ultrapassar os mesmos bettistas de há pouco, surpreendidos por voltarem a ver-nos, como comentou a grande guerreira do pedal a simpática Fernanda Loureiro do Gilmonde btt.

Entretanto para nossa surpresa apanhamos o Pedro que tinha fintado o Nelson, deixando-o sozinho nos 60 a esforçar-se para não ser apanhado, abdicando em definitivo do porquinho para o Miranda

Depois de Milhazes, do monte Vilar, Cristelo e Barqueiros fomos dar à ponte estreito e entramos num single-track, feito pelo meio dos choupos. Foi uma excelente ideia bem conseguida, parabens APN

Pelo caminho vi muitas fitas caídas e não me parece que fosse o vento a solta-las ou por acidente. Continuávamos os quatro juntos, agora com o Pedro a divertirmo-nos até com as travagens a fundo quando inesperadamente éramos surpreendidos com fitas a obstruir o caminho para  mudar de direção

P`raí a três kms do fim, paramos na junção das maratonas, porque havia de facto alguma confusão sobre qual rumo seguir. Soubemos depois em conversa com elementos da organização que andou ali mãozinha marota. Infelizmente há pessoas assim e recuso-me a acreditar que sejam bettistas como alguém sugeriu.

Chegamos à meta com quase 36kms, menos 19 do que os 55 da maratona, e, havia por lá alguns ânimos exaltados pela atribuição do primeiro lugar que acabaria por ser atribuído ex-aequo a dois, com o Diogo a levar por tabela e a ficar no 3º lugar, tudo por causa da tal junção

O Milo Pinho, estava à nossa espera, tinha chegado em 5º e, enquanto não chegavam os primeiros da maratona, já com o Martinho ao nosso lado fomos tratar de tirar o pó à garganta no café da “JU”, onde o Luís Neves já lá se encontrava com o pó bem limpo.

Como demoramos mais tempo do que o previsto, quando voltamos ao local da meta, ainda fomos a tempo de ver a chegada do Paulo Fernandes e de seguida o Tozé.

Uns mais exaltados que outros alguns bettistas, queixavam-se das marcações e da separação. Não sei como estavam nos 60(55), mas sei que nos 30(35) –  tirando a tal história da junção, aí sim com razão e que a organização resolveu célere -, e não querendo armar-me em advogado de ninguém, não entendo a justificação para tanto barulho. O Nuno Martins que chegou nos primeiros dez da maratona comentou no final: ”fiz todo o percurso e nunca me enganei, as marcações estavam lá”. Os vencedores Tiago Sousa e Celestino Faria, 1º e 2º classificados, confirmaram que também não se enganaram, aliás ao Celestino nunca o ouvi queixar-se ou deitar as culpas a alguém quando uma prova por qualquer motivo lhe corre mal ou se engana. É por isso que o admiro e é um grande CAMPEÃO.

Parabéns Amigos por Natureza e venha o 7º raid

De resto queremos também dar os PARABENS ao grande Diogo Fernandes por mais um lugar no pódio da meia maratona, assim como dar os parabéns pelo 5º do Emílio Santos e pelos excelente 5º lugar do Paulo Fernandes e o 11º do indomável patife Tozé  na maratona

E os parabéns pelo segundo lugar ao grande campeão Celestino Faria

Queremos também dar os parabens à grande campeã  Fatima Mello, por ter vencido em femininos, desolada porque queria fazer a maratona e enganou-se e dar também os parabéns à segunda classificada Fernanda Loureiro assim como à sua equipa do Gilmonde btt a mais numerosa

Mas a quem nós queremos mesmo dar os parabens é ao Nelson, que chegou ao fim da maratona direitinho, direitinho e com a burra em bom estado e ainda ganhou um leitão e, lembra-te Nelson: nós somos teus amigos e queremos ajudar-te e tu precisas de fazer dieta

Algumas fotos da entrega dos prémios:

Há putos assim!

QUEM VAI PARTICIPAR NA EMOCIONANTE  PROVA DE BTT “ROTA DOS MELÕES”, ONDE ESTARÁ EM JOGO UM LEITÃO,

PAGO PELO VENCIDO NO DUELO DE TITÃS  ENTRE O PEDRO vs NELSON, DEVERÁ COMPARECER NO RAFAS ÀS 08H20

10jul 22h08

por: Filipe Correia (Futre)

O TREINO DO FUTRE

399Outra vez atrasado por força da intensidade da arte do (chaspiscanso) que me deixa pouco tempo livre para a literatura.
Pois bem a mim o que me tocou este domingo foi mesmo uma missão solitária.
Pois é no domingo passado levantei-me como de costume ao domingo por volta das 8:45h para me equipar tomar o pequeno-almoço e arrancar em direção a praia para me encontrar com o resto do grupo no sitio do costume nesta curta viagem debaixo já do calor muito forte, apesar da hora de inicio de manha e da grande azafama dos milhares de veraneantes que nos visitam sempre que a meteorologia promete um dia de sol que desta vez foi mesmo escaldante e a praia da Apúlia não ficou nada a dever a alguns destinos turísticos que continuamente vendem sol e praia.
Quando cheguei ao habitual ponto de encontro por volta das 9:10h, não era cedo mas também não era tarde e qual não e o meu espanto quando reparo que nenhum elemento do grupo se encontrava lá, o que teria acontecido? Comecei logo a perceber que alguma coisa me tinha passado despercebida, fiquei fodido. Quando isto acontece costumo voltar para trás e troco de montada e vou fazer estrada, mas desta vez estava muito calor e então decidi arrancar em direção ao mundo sozinho e sem medo nenhum a pensar no que teria acontecido aos outros. Antes ainda liguei para um dos que não costuma falhar para saber o que se passava mas não atendeu devia estar em cima … da bicicleta.
Foi então em direção a Fão, Gandra, Palmeira de Faro onde o calor já era tórrido e ai parei e meti a cabeça debaixo da torneira da fonte das raízes para me refrescar e pensei se deveria continuar ou não pois o calor estava a tornar-se insuportável mas como gosto de desafios continuei e tentei escolher trilhos com muita sombra e decidi subir ate ao monte de S.Lourenço, e já la em cima virei à direita e fui apanhar o trilho do luso galaico deste ano, em sentido contrario que me levou as lagoas do Meril, perto dos feitos para me refrescar.
Logo na primeira lagoa dei dois mergulhos com o equipamento vestido e tudo. Depois desci em direção à cascata e com surpresa reparei que tinha havido uma intervenção na lagoa que a tinha tornado numa enorme piscina natural de fazer inveja a alguns locais no geres. Bom foram mais dois mergulhos vestido e tudo e desfrutar deste sitio pouco conhecido mas passe o exagero é paradisíaco. O curioso e que fiz estes quilómetros no monte sem encontrar ninguém o que é quase situação única. Depois tempo de regressar primeiro em direção aquela casa com uma cor bizarra depois Vila Cova, P. Faro, Gemeses. Escusado será dizer que ao fim de 5 min. O equipamento estava completamente seco e a água do bidão já tinha acabado.
Então vendo um homem com uma mangueira a jorrar agua em abundancia e muito bem acompanhado que segundo percebi tentava lavar um carro mas estava mais na galhofa do que outra coisa decidi então parar e pedir agua o que eles acederam com algum divertimento. Depois de encher o bidão não resisti em meter a mangueira pela cabeça abaixo. Depois de todo encharcado o individuo perguntou-me se queria que me passa-se o champô do carro e prontamente respondi que não valia a pena gastar o champô da viatura num rafeiro como eu, claro que se a oferta tivesse vindo da bela companhia que nesta altura já mais parecia estar a participar num concurso miss t-shirt molhada a resposta teria sido afirmativa. Já mais fresco foi fazer o resto do caminho ate casa.
Por fim resta-me cumprimentar todas as pessoas que visitam ao nosso blog em especial os nossos emigrantes. Um abraço

Há putos assim!

Apesar de sermos um grupo consistente o que hoje pedalou desde P.Lima, P.Barca; de termos perdido o Paulo Pinho no regresso de P.Barca; do banho refrescante no rio Lima e da visita obrigatória à tia Márcia que nos esfolou bem; dos quatro sortudos: Paulo e Milo Pinho, Seara e Alexandre que foram contemplados com a viagem de Apúlia, P.Lima, Apúlia num bruto jipe descapotável, enquanto os outros três, Filipe, Chico e Narciso se contentavam numa carrinha cheia de armadilhas e de só ao fim de três horas darmos conta de que o Futre nos tinha telefonado para esperarmos por ele. Apesar de ter sido um treino com qualidade de vida, não me apetece falar mais do que isto, até porque ultimamente os treinos de quinta tem tido muita relevância desde que iniciamos os treinos para o rally das tascas que se vai realizar em Agosto na freguesia de Retorta.

Nem vou falar das palavras mais estafadas por tanto serem repetidas durante a semana: – O calor e a crise política, esta protagonizada pelos dois meninos birrentos que precisavam que alguém lhes chegasse a roupa ao pêlo pela brincadeira de mau gosto que nos vai custar mais uns milhares de euros. Vou antes contar uma história peculiar de um puto mas que bem poderia ser a do Guilherme ou do Martim, os filhos de dois ilustres ddr:

o facto é que há putos assim…são especiais!

Num infantário a educadora está a ajudar um menino  a calçar as botas.
Ela faz força, faz força e, parece impossível: as botas estão muito apertadas.
Ao fim de algum tempo e a muito custo, uma bota já entrou e a outra já está quase.
Nisto, diz o miúdo:
– As botas estão trocadas!
A educadora pára, respira fundo, vê que o rapaz tem razão e começa a tirar-lhe as botas.
Mais uma dose de esforço e depois ela torna a calçar-lhas, desta vez nos pés certos.
Ao fim de muito tempo e muito esforço, ela é bem sucedida e diz:
– Bolas… estava a ver que não conseguia… custou…
– Sabe, é que estas botas não são minhas!
A educadora fecha os olhos, respira fundo e recomeça a descalçar o rapaz novamente.
Quando finalmente consegue, a educadora diz ao miúdo:
– OK! De quem é que são estas botas, então?
– São do meu irmão! A minha mãe obrigou-me a trazê-las!
A educadora fica em estado de choque, com a pulsação acelerada, vai respirando fundo, decide não dizer nada e toca a calçar novamente o garoto.
Mais uma série de tempo e, finalmente, consegue.
Por fim, diz-lhe:
– Pronto, as botas já estão! Onde é que tens as luvas?
Estão dentro das botas!…

Espero que ninguém leve a mal! Sorriam e boa semana

O treino dos oito

O treino dos oito

Com o tempo quente e fim do mês, era suposto haver mais pessoas e agitação de carros com banhistas prontos a abancar com toda a parafernália de utensílios de praia, na areia convidativa do mar de Apúlia, mas não, apesar de passar 15 minutos das nove, quando chegamos ao Rafas continuava tudo relativamente calmo com pouca gente.

Primeiro apareceu o Ivo, depois eu e de seguida o Chico e o Martinho e enquanto esperávamos que aparecesse mais alguém, recebi uma mensagem no telemóvel não identificável com duas frases “bom passeio”, fiquei na expectativa de quem seria. Entretanto o Martinho informa-nos que o César tinha regressado na véspera ao trabalho na Argélia. Pronto, estava explicado porque  o César tão pontual, ainda não tinha aparecido e a origem do sms. Nós sabemos se cá estivesse não falharia o treino por nada.

Embora fosse previsível o seu regresso a qualquer momento, um sentimento de vazio apoderou-se do grupo por mais uma vez ver-se privado de um dos seus elementos mais aguerridos. É sempre assim quando alguém é obrigado a partir para orientar a vida no estrangeiro, mesmo que seja um tipo amalucado comó César, como já o fora com o Carlos, com o Hélder, com o Adélio. Agora fica a expectativa do tempo que falta para o regresso ao convívio desordenado deste grupo chanfrado, onde é tão bom pertencer.

Desejamos-te toda a sorte do mundo campeão e cá te esperamos quando regressares para levares duas cachaçadas por nos teres desejado bom passeio, quando sabes que os nossos treinos é tudo menos uma passeata

Com o Milo Pinho, o Filipe, o Milo e o Seara, o grupo deste domingo ficou completo. Eram mais que horas quando começamos o ataque com o vento de Este a soprar de frente, reativando o velho slogan à muito esquecido ao passar em Fão: “oh, Viiiitor… sai de cima”, gritado por todos; depois noutra rua onde mora um ilustre ddr: “oh Mooota sai de cima”, ideia de um familiar seu e por ultimo na rua onde o Pedro devia estar aquela hora em posição horizontal faltando ao compromisso de treinar connosco: “oh Peeeedro sai de cima”, desta vez foi um amigo de infância a dar o mote. Foi bonita as três cantoria espanta pardais pá!!!

A suar em bica, tínhamos um único objectivo neste treino: dar um mergulho em qualquer local, fosse lá onde fosse, onde houvesse água e, se fosse no sítio do costume, no rio Neiva, como aconteceu, ainda teríamos de suar muito mais para lá chegar. Por Palmeira de Faro, seguimos pelos single tracks dos postes de electricidade de Vila Chã, atravessamos esta freguesia, continuamos até aos depósitos da água em Antas e, foi por acaso que metemos por um trilho espetacular e curtimos à brava até à estrada Antas/Forjães, valendo bem a pena termos chegado ao fim com os braços arranhados pelas silvas sobrepostas no caminho

Sem perder tempo, prosseguimos em direcção ao Minante, tendo a certa altura de desbravar um troço do caminho submerso com vegetação que cresceu por falta de uso, parece que somos os únicos a utilizar aquela parte para o acesso ao rio – que falta fez o Nelson para limpar  a densa vegetação e às silvas -, e pelos singles tracks da margem norte do rio, chegamos finalmente à azenha do Minante, bastante povoada como se previa num dia de calor. Lá encontramos um grupo dos nossos amigos X-pares: Celestino, César e o Miguel na companhia de uns quantos juniores a regalarem-se na água há mais de meia-hora, como nos contaram. Estávamos tão bem na água que nunca custou tanto abandonar o rio como hoje.

Regressamos a casa debaixo do calor tórrido, agora por pixe, porque o relógio estava bastante adiantado e não deu para fazer o litoral como desejavamos. Perto das Marinhas ainda houve tempo para umas escaramuças com dois bettistas de Barcelos que nos deram água pela barba, porque os bichos andavam comó c…..

Algumas fotos tiradas pelo Bruno Monte, aquando da ida a SLuzia: