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A bombardeira do Futre

Segunda-feira, Agosto 26, 2013

A bombardeira do Futre

O Futre já tinha tentado transformar a sua bombardeira Mondraker de estimação, de suspensão total em semi-rigída, mas sem resultado, porque partiu o quadro no sítio errado. Gastou dinheiro, esperou três meses pela transformação e no fim ficou com uma soldadura tosca e a burra continuou macia. Tudo porque quis armar-se em fino e levou a mula a um serralheiro, que é coisa de gente rica, em vez de procurar as pessoas certas, os ddr´s.

Hoje voltou a partir o quadro desta vez no sítio certo e então o bom senso prevaleceu e entregou a mula ao grupo competente dos onze injinheiros: Filipe, E Pinho,P Pinho, Hélder, Milo, Narciso, P Fernandes, Nelson, Tozé, Seara, Diogo (faltou o Bruno que foi para outra banda, ainda a contas com a lesão do braço), para a passagem a rígida. Trabalhamos afincadamente como sempre, costumamos ser mais rápidos, mas por falta de material demorou um pouco mais. No fim ficou um trabalho perfeito e o sonho de ter a bombardeira rigída e mais rápida da ilha realizou-se e ficamos felizes pelo Futre. Foi um trabalho eficaz e barato porque só pagou uma cerveja ao injinheiro Nelson, para desilusão dos restantes dez que não esperavam tamanha desconsideração depois de todo o empenho na kitação da burra

E porque não somos egoístas comó Futre, hoje vamos partilhar com os leitores do blog, a técnica que utilizamos na transformação da bombardeira, para vocês fazerem em casa:

1.     A burra foi levada para o monte – neste caso, para o estradão dos depósitos da água de Vila Chã, é um bom sítio -, passa-se por cima de uma pedra, se for grande é capaz de ser melhor, não sabemos, mas mas não custa nada experimentar e se o quadro não partir à primeira (fig 1) continuem as vezes que for necessárias até o quadro partir. Se não conseguirem não faz mal, mas não dá tanta picaDSC_0003

2.     Tira-se o selim( fig 2), para verificar se existe luz ao fundo do tubo, se existir é sinal que está bem partido e não há lixo nem moedas.DSC_0005

3.     Pega-se num pau (fig 3), e enfia-se no tubo para aferir do grau de rigidez. Atenção.Não esquecer de retirar o pau. Pode ser perigoso ao sentarem-se quando recomeçar a pedalarDSC_0004

4.     Para a transformação a rigída, ser bem sucedida, tem de ficar com o  aspeto da figura 4DSC_0006 

5.     Agora a parte mais delicada: com um arame grosso, também pode ser um cabo de nylon, dependendo da espessura, dá-se várias voltas como demonstra a mão do injinheiro da fig 5, com início em 1, passando pelo ponto 2 e terminando no 3. Quantas mais voltas melhor. AbusemDSC_0007

6.     E pronto, aqui está o resultado final. Simples e barato só custou uma cerveja neste caso – o preço de tabela é uma por cada injinheiroDSC_0008

Devemos dizer, que a burra agora rigída, foi bem testada, pelos trilhos de S.Lourenço, masseiras e Antas e passou com distinção. Quem se mete com os injinheiros ddr é assim mas aquela do Futre só reconher mérito a um, não entendemos e deixou-nos desgostosos. Esperemos que um dia destes se redima      

E agora façam vocês mesmo. Esta técnica serve para todas as marcas e tamanho de rodas e lembrem-se que, com o quadro partido é mais fácil. Se tiverem alguma dúvida contactem-nos. Boa sorte

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