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Há que protestar!

Segunda-feira, Novembro 11, 2013

Há que protestar!

Todos temos direito à indignação quando nos sentimos prejudicados por qualquer motivo, ou injustiçados no nosso amor-próprio. Como diz o povo: quem não se sente, não é filho de boa gente.

Há muitas maneiras de manifestar o nosso descontentamento: com slogans em cartazes, com palavras de ordem e punho erguido (aqui é mais politiquice), com denúncias, pela escrita, etc, etc. Os indignados mais criativos até inovam com protestos originais de impacto mediático garantido, como fez o russo Pavlenski, cravando com um martelo os testículos entre os paralelos da praça do Kremlin Clicar aqui

O Chico, o nosso Chico ddr, tem andado nos últimos dias, muito indignado com a maroteira indecente que a marca KTM, fabricante de bicicletas lhe fez: demoraram quase quatro meses para substituir as escoras partidas da sua bike.

Descontente com o desfecho do caso, foi ao representante da marca, responsável pelo imbróglio, tirar satisfações por tanta demora. No final as desculpas esfarrapadas que lhe deram não o convenceram e fez saber alto e bom som, que nunca e nunca mais quer ouvir falar desta marca, para mim acabou, disse, não se compreende, continuou o Chico, que uma marca com tanto prestígio tenha demorado tanto tempo para substituir uma simples peça partida.

Realmente, é uma falta de respeito, privar quatro meses um gajo de montar a sua mula de estimação, por um problema de fácil resolução. Não faz sentido.

O Chico tem razão, tem direito a indignar-se com tão mesquinha desconsideração da KTM. Estamos todos de acordo com ele e nós, pessoas de bom senso, a partir de agora aconselhamos a quem tem burras desta marca, que quando tiverem uma avaria, deem um prazo ao representante para a reparação, com a ressalva para vergonha deles, de que fazem como o Pavlenski e cravam os testículos nas pedras da calçada em frente do estabelecimento, caso o prazo não seja respeitado. Há que protestar, mainada!!!

 Quanto a nós, os sete – chega o frio e o grupo encolhe -, para variar, fomos para o monte de S.Luzia em Viana do Castelo.

Foi um espetáculo magnífico, observar a cidade submersa em nuvens enquanto subíamos monte acima, fazendo lembrar a ultima vez que subimos a serra do Marão.

Passamos o mosteiro e como bons duros, escolhemos a sempre fodida calçada romana, ainda mais mal tratada que o habitual por causa da chuva e continuamos pelo nosso conhecido caminho de cabras, até arrebentar a corrente da burra do Mota a dois kms das eólicas.

Enquanto os injinheiros se atarefavam a reparar a avaria – aproveitamos para elaborar mais um FAÇA VOCÊ MESMO –  “como emendar a corrente na boa”

 

Entretanto iam passando por nós, outros abnegados bettistas, determinados a enfrentar de peito feito o frio e a humidade do monte

Quando chegamos às eólicas, só tivemos tempo para banana e descemos por uns trilhos do c**** até ao campo de tiro, e, por pisos escorregadios com lodo, regressamos cheios de pica ao ponto de partida.

Uma coisa ficamos a saber: os burros que habitam no monte, não gostam de ser fotografados com certas pessoas. Julgam-se muito importantes e tem vergonha de descerem de nível. Burros!!!

Os sete que terminaram como começaram, com boa disposição e com escala técnica no café Sport em Fão.

Filipe, Chico, Emílio Santos, Mota, Milo, Narciso e Diogo (julga-se que o Futre também treinou por outros lados)

One Comment leave one →
  1. Francisco permalink
    Terça-feira, Novembro 12, 2013 22:09

    Como sempre, Narciso na escrita ninguém, mas ninguém te tira o mérito, escreves como car**ho.
    Quanto à KTM, não há duvida que é uma grande marca de bikes, mas desta vez e comigo o seu procedimento neste processo não foi nem de longe o melhor e o mais apropriado. Estou mesmo desgostoso com a KTM e com as suas politiquices com as garantias, ora no meu caso se não tinham a escora para entrega por não haver stock, e se a KTM opta para que o cliente não disponha de dinheiro em caso de garantia, isto se a KTM trocasse o quadro completo, essa decisão é sempre do cliente em repor dinheiro por um quadro completo na troca do velho e dar a diferença, ou esperar 3 meses e meio por uma simples escora. A KTM devia satisfazer o cliente e trocar o quadro por um mais recente sem que o cliente pagasse o que quer que fosse, porque para a marca KTM era só mais um quadro menos um quadro e o cliente ficava satisfeito a marca KTM ficava bem vista aos olhos dos seus clientes e era um final feliz, o que não aconteceu comigo. Perderam um cliente e como eu, se continuarem a proceder assim vão perder mais.

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