Falta de….

Falta de…
Bolas!!! Não esperávamos que houvesse tantos ddr a sofrer do síndroma de falta-de-tomates-para-içar-cedo (se considera-mos que 08h15 é cedo), mas o facto é que há e hoje constatamos isso mesmo, quando arrancamos do Rafas, para o treino da ordem, pois recusamo-nos a crer que tenha sido outro motivo – a desculpa da mudança da hora, não serve -, para só aparecer três ddr… vá lá quatro
Antes este mal só atacava dois ou três, desta vez alastrou-se a outros que julgava-mos invulneráveis e que, durante a semana juraram a pés juntos que hoje não faltariam por nada, qualquer que fosse a condição metereológica e horário – menos o Seara, honra lhe seja feita, para se poupar de tarde, para a 3ª prova de produção btt em Beiriz em que está inserido.
Quanto a nós, seriam mais ou menos 12h20, quando aterramos na esplanada, por nossa conta, no café Controverso e, demos conta pelas mesas cheias de água e quando começou a chover dentro dos copos com cerveja, que merecidamente conquistamos ao fim de 55kms, que muito provavelmente tinha chovido durante a manhã. Só tiramos as dúvidas quando o Futre nos confirmou, depois do seu regresso dos lados da P.Varzim com a sua zirinha de estrada, que sim, tinha chovido e bastante tocada a vento sueste. Do vento tivemos oportunidade de o sentir nas trombas desde Alvarães até Apúlia. Da chuva no caso de hoje, peanuts, como disse recentemente um treinador de futebol, com pouca ou nenhuma importância, não tivemos tempo para nos preocupar com esse pormenor, houve coisas bem mais interessantes que nos entreteram o tempo todo desde que começamos a baloiçar as burras em Vilar do Monte e pelos estradões técnicos e selvagens de S.Gonçalo, Fragoso e Tregosa, que nos proporcionaram momentos… gourmet.
Portela IXO próximo treino será como sempre na quinta-feira, e, mais a sério ou divertido, dependendo como cada um o encarar no próximo domingo em Pias Monção. Os três de hoje já confirmaram a sua presença. E tu?

Os ddr: Filipe, Emilío Santos, Narciso e Futre

Avé César

ATENÇÃO CAMBADA: DOMINGO 30 ÀS 08H00 NO “RAFAS”

MOTIVO: TRABALHOS DO LG (atenção à mudança da hora)

O César
Destemido, valioso ativo ddr, com uma das melhores pancadas do grupo, senão a melhor – tirando o chefe -, que a puta da vida obrigou a emigrar para França, este fim-de-semana apanhou um avião daqueles em que a tripulação conta anedotas aos passageiros e tenta vender raspadinhas da sorte e escovas dos dentes durante o voo e fez-nos uma visita relâmpago de três dias. Veio matar saudades da família, arejar o capacete e festejar o seu aniversário, a quem endereçamos, embora tardiamente (comó costume), os nossos parabéns.
Os primeiros dois dias foram para pôr a escrita em dia e hoje por inerência do seu estatuto de rafeiro com pedigree, juntamente com a sua burra desempoeirada apresentou-se aos seus pares no mundo da rafeirolândia, pronto, qual guerreiro sedento de um bom treino para conquistar furiosamente como é seu timbre, os montes e vales à moda do reino rafeiro.

O grupo que começou a trabalhar às sete horas
O grupo que começou a trabalhar às sete horas

Não sabemos ao certo como decorreu a bravata montanhosa, porque fizemos parte do grupo de três, mais o estrangeiro Octávio encarregado do GPS, que biulentamente, começaram às sete a vergar a mola em manobras de reconhecimento da maratona Luso Galaico (ontem sábado outro grupo composto pelo Tozé e Seara, também estiveram envolvidos em manobras semelhantes), mas por aquilo que observamos no ponto de encontro no SUN7, terminado o treino, correu bem.
Começaram cinco, depois foram buscar um ddr ilustre à cama (que vergonha) e passaram a seis dirigindo-se para a mesma zona do ultimo domingo, com o intuito de visitar o local demonizado onde esteve para ser perpetrado o crime de assassínio da jolly. Venerado o local, continuaram a subir até ao ponto mais alto do S.Gonçalo, onde certa vez encontramos um peculiar betetista, chamado Amadeu que nos contou a estória da proeza dos seus companheiros do grupo de btt de Aldreu, que demoraram dois dias desde Valença ao Algarve, desculpando-se que a demora de tanto tempo, se deveu a uso de bicicletas de estrada, por pedalarem nas calmas e visitarem muitos pontos turísticos, porque senão a coisa far-se-ia em metade do tempo…. Pois claro!!!!!

O grupo de sabado com: Tozé e Seara
O grupo de sabado com:
Tozé e Seara

No regresso, se bem entendi, a seita dispersou-se em grupinhos e foi cada um para seu lado. A certa altura o César, ou o grupo dele, não sei, avisou os outros da sua posição, mas o resto da cambada, ou por distracção, ou julgando-o já a caminho de França, ou de propósito, a hipótese mais certa, não quiseram saber e puseram-se na alheta, deixando-o a secar um ror de tempo. Razão porque no fim do treino, demonstrava estar chateado, mas não tanto comó gajo da jolly dd. Chegaram às prestrações, onde o grupo de trabalho há muito os esperava e antes viu passar o Solinho de mota e o Hélder marinheiro de carro. Afinal acabou por ser um dia de treino normal e a nova burra do Seara obsequiou-o com um valente coice e ofereceu-lhe a primeira de muitas medalha que certamente irá ganhar.

Avé César esperamos que tenhas feito boa viagem e domingo o treino começa à mesma hora e não esperamos por ninguém.
Os ddr`s: Filipe, Emílio Santos, Ivo, Milo, Futre, Narciso, Nelson, César, Seara e Tozé no final para tocar à campainha das portas.

Há dias assim…

Há dias assim…

Depois do Bruno e do Carias nos descarregar em Mariz, decorridos três kms do inicio do nosso treino, surge um contratempo significativo nas nossas pretensões com a desistência do Chico, devido a uma avaria mecânica sem hipótese de cura, restando-lhe o regresso prematuro a casa e com ele a peça fundamental do treino: o track do GPS

Sem as coordenadas necessárias para reconhecer o trilho planeado para hoje, nada feito, ficamos desorientados e, além de deitar por terra as nossas pretensões, foi como que um prenúncio para um treino algo explosivo.

Sem o track, andamos a inventar percursos pelas imediações de Vilar do Monte e, nisto de inventar trilhos até somos uns farejadores razoáveis, porem, desta vez, não atinamos com o que pretendiamos (pelo menos desta vez não fomos parar a Vila de Punhe). Tinhamos como única referência ao longe, o monte de S.Gonçalo e ao fim de uma hora foi para lá que nos dirigimos.

white-bull-terrier-guardianO treino acabou por ser durinho com várias subidas e, comó costume, com algumas incidências caricatas, como a tentativa de assassinato com um stone  à pobre Jolly, que  só não foi abatida por um triz. Perante o espectáculo, o bom senso aconselhava prudência à assistência (como se alguma espécie de senso prevalecesse nesta seita), para não bater palmas ao protagonista em estado emocional fodido e o pé preso ao pedal.

Depois deste episódio a engrossar os milhentos do folclore dos nossos treinos, depressa alcançamos o estradão que começa  em Fragoso e prossegue para lá do monte, bastante movimentado com muita gente, alguns conhecidos como o nosso amigo Russo, à mistura com muitos motocrossistas, que quase se atropelavam em vários sentidos

A partir daqui, Iniciamos a sempre apetecida descida louca pelo estradão mal tratado até Aldreu, que além do mais teve o mérito de pôr à prova a qualidade dos travões obrigados a dar o tudo por tudo para não abalroarmos um betetista em sentido contrário que pachorrentamente iniciava a subida. Os demoniozinhos foram esconjurados (menos os da Jolly que continuaram a picar-me os miolos até ao fim).

“Só por esta descida speedaleira, valeu a pena o treino d`hoje”, comentou alguém quando entramos no pixe para regressar a casa.

Ainda houve tempo para fazer uma perninha pelos trilhos da Abelheira antes de regressar definitivamente ao sol da esplanada do CONTROVERSO em Apulia city.

Por unanimidade o quadro de (de)honra desta semana vai para o Narciso Ferreira(???)

Os ddr: Filipe, Chico, Emílio Santos, Paulo Santos, Futre, Narciso, Tozé e Seara

PS: o Milo foi à pesca, esperamos que tenha sido abundante para repor o stock de polvos na arca congeladora, que recentemente levou um bom rombo por uma boa causa.

Fotos do percurso:

Aqui fica mais um excelente vídeo das incidências do treino, de António Maia (Tozé)

É isso…o melhor é rir!

Pelos Trilhos dos Moinhos

Pelos Trilhos dos Moinhos

???????????????????Do que eu preciso, é de uma bicicleta como a do Luís Marreco. Não sabem quem é? Daqui a pouco eu digo mas, primeiro vou falar dos Trilhos dos Moinhos, uma excelente prova de btt, muito bem organizada pelos Amigos da Montanha onde como habitualmente nada foi deixado ao acaso. Impecáveis, Parabéns Amigos da Montanha.

Quando cheguei ao campo da feira, faltava dez minutos para a partida, tempo suficiente para entrar no controle zero e visitar os cinco magníficos Pros ddr, que bem cedo levantaram o rabinho da cama para ocupar boas posições na largada – eu não conto porque só o icei às 08h15, afinal de Apulia a Barcelos, são 18kms e uma hora e tal chegava e sobrava mesmo sabendo de antemão que iria levar com mil e tal betetistas pela frente e ficar à mercê de todos os contratempos que poderiam advir e do aborrecimento das ultrapassagens.

Na frente o Nelson, Paulo Fernandes e Diogo, uns metros atrás o Seara e Emílio Santos e, claro, eu a três metros do cauda.

Fruto de ser um bocado despassarado, acontece-me alguma coisa porreira, antes, durante ou depois, quase sempre é durante as provas no calor da refrega, salvo raras exceções como a de hoje quando foi dada a partida e verifiquei que faltava o bidon da água e, daquela vez em que me esqueci da bicicleta em casa para a Descida ao Sarrabulho em P.Lima.

Depressa encostei a burra, pulei a cerca e a correr dirigi-me à carrinha que por sorte estava perto e num ápice regressei e ainda  arranquei antes dos últimos. Pedalava entusiasmado a ganhar posições quando a quatro kms, na subida para o monte de Remelhe, o pelotão ficou engarrafado. Estivemos nisto, de engarrafamento em engarrafamento durante pelo menos quinze minutos até que finalmente a coisa começou a andar.

O dia estava otimo, os Trilhos eram fantásticos, havia lama e água como se previa depois de tantos dias de chuva mas nada inultrapassavel. Tinha saudades de participar numa brincadeira como a de hoje, com um percurso à minha medida 42kms. Curtia à brava pelos singles agora com menos trãnsito, quando em Pedra Furada, encontro o Diogo parado, mal indisposto (pois é Diogo, tens de começar a tomar o pequeno almoço todos os dias um motor sem combustível não trabalha), falei com ele e parecia-me bem, como não podia fazer nada para o ajudar e a ambulância estava perto continuei.

Em Courel, a Jolly armou-se em burra e entalou a corrente entre a cassete e a escora, a muito custo com um pau e uma pedra(esqueci-me do martelo), lá a desencravei. Se eu tivesse uma bicicleta como a do Luís Marreco, nada disto aconteceria.

No moinho em Paradela estava o reforço e um controle, parei só o tempo necessário e em Cristelo como o telemóvel não parava de tocar, parei novamente e enquanto atendo e não atendo continuava a ver gajos e gajas a passar por mim. Era o estupor do Ivo que desligou de propósito quando atendi.

Mais à frente no monte Vilar lá estava ele com o resto da cambada: Filipe, Futre, Paulo e o Martinho, prontos para me tramarem e desmoralizar com insultos do piorio, eu que andava a trabalhar a fazer pela vida, a tentar chegar ao pódio -, mais tarde vim a saber que também aplicaram o mesmo corretivo ao Nelson. Ainda pensei juntar-me a eles para lhes dar uma peleira mas como eram muitos e estava a lutar pelos primeiros lugares e só tinha pouco mais de trezentos betetistas para ultrapassar preferi deixar este grave incidente para resolver depois.

A partir de Vila Seca entramos no ultimo terço da prova, pelos trilhos lindíssimos da beira rio, virados a montante. Continuava a divertir-me e a calcular quanto tempo faltaria para a bifana.

A dez kms do final, em Gilmonde, perdi definitivamente a esperança de ficar num dos três lugares, quando a Jolly, a malvada, resolveu entalar outra vez as correntes. Desesperado, puxava as correntes por todos os lados sem saber ao certo o que estava a fazer, mas nada, tive que recorrer à mesma receita de há pouco e procurar um pau de jeito e com uma pedra resolvi o problema, foi mais demorado mas lá consegui chegar ao fim – a burra do Emílio Santos tambem lhe pregou uma partida semelhante e mais grave, pois teve de desmontar  tudo e foi graças à ajuda do Cunha, que pôde prosseguir.

Ao contrário do que é usual, durante a prova interagi pouco com outros betetistas, praticamente só com alguns elementos dos Amigos por Natureza essa grande Associação de Vila Seca, a quem envio daqui um abraço mas, dava para notar que toda a gente estava bem-disposta e a curtir os Trilhos. Nada como um dia de sol ao fim de tanto mau tempo para alegrar as almas

….

Rota dos MoinhosAcabei de ver as classificações: parabens ddr, ao Paulo Fernandes pelo 25º; ao Seara pelo 46º, que está um PRO do caraças, desde que trocou de burra está imparável; ao grande Nelson em 67º e ao Emilío Santos que apesar da partida que a burra lhe pregou ainda acabou em 273º

Quanto a mim, bolas!!!, fiquei decepcionado, foi por pouco, tive que me contentar com o 388º lugar a uma escassa hora e dezassete do vencedor. Ai se eu tivesse a bicicleta do Luís Marreco!!!

Fotos dos Amigos da Montanha e do Ivo

Atenção à bolinha vermelha

A bicicleta do Luís Marreco:

Os Duros da Rota do Fumeiro; Os Bravos e os Invisiveis

Os Duros da Rota do Fumeiro; Os Bravos e os Invisiveis

Dos três grupos em que os ddr se dividiram, o Tozé e o Milo constituíram o grupo mais pequeno e mais Duro. Bem cedo abalaram para os Trilhos do Fumeiro e, debaixo de chuva subiram a serra da Cabreira a partir de Vieira do Minho mas, sobre esta incursão à Cabreira esperamos que os protagonistas nos contem alguma coisa desses propalados trilhos, que tem fama de serem muito bons…

…..

Relato  “V Rota do Fumeiro”

por: António Maia (Tozé)

Depois de ver, há uns meses atrás algumas fotos no facebook que mostravam umas paisagens lindíssimas do percurso que iria ser feito da “V Rota do Fumeiro”, fiquei com o apetite aguçado por tal beleza e inscrevi-me imediatamente. Em boa hora o fiz, eu e o Milo porque mês e meio antes da prova, as inscrições atingiram o limite e foram encerradas e foi assim que o resto da rafeirada ficou de fora e foi muito bem feito para não deixar para o ultimo dia, como sempre fazem

Hoje, 2 Março foi o dia esperado há tanto tempo e bem cedo às 07h00, eu o Milo da loje e três amigos de Fonte Boa rumamos a Vieira do Minho.

O tempo não estava nada famoso, chuva e frio, o pior esperava por nós, mas como duros nada nos fez parar, infelizmente uma lesão nas costas do Milo, e acredito que doía muito, para chegar ao ponto de ele nem poder rolar, deitou por terra as suas pretensões e desolado, teve de ficar em terra…

Após uma hora de viagem lá chegamos ao local, como previsto estava frio e de chuva.

Tomamos café no Primavera, no centro da Vila e sem muito pressa, lá nos aprontamos pois era um passeio e não uma prova, sem tempos para combater… e ainda bem, se já assim foi um empeno daqueles, imagino em ritmo de prova!!!??

Logo no arranque voltamo-nos para a Serra da Cabreira e daí foi sempre a subir por trilhos fantásticos e lindíssimos mas muito duros!

Pena, muita pena, foi a chuva e a lama a estragar tudo, pois seria um dos melhores passeios que fazeria até hoje.

Depois de muita subida, ao faltar cerca de 2­ a 3 km para o reforço, fomos presenteados por outro reforço, este servido por duas meninas da redbull que tinham ido no seu mini até quase ao cimo do monte, servindo redbull , pois então, fresquinho para dar asas para continuar!

Mais à frente, o reforço… nem queria acreditar, bolas de Berlim e outros bolos,  sumo café fruta … e lá no fundo da mesa, o tal, o prometido presunto! Só faltou mesmo umas bjecas. Coloquei 3 fatias do pata negra num pão pequeno e que delicia…

Com o frio, não apetecia estar muito tempo parado e arrancamos para finalizar os restantes 5 kms, mortinho para encontrar uma descida que prometia!

Todo o percurso estava muito bem marcado, muita lama em que a burra é que mandava para onde ir, mas correu tudo bem. Foi grande o empeno mas valeu bem a pena…

Fica já o aviso a toda a rafeirada: vai ser obrigatório fazer estes trilhos quando o tempo melhorar, acreditem que valerá mesmo a pena.

Almoçamos uns rojões com sarrabulho e fizemos a viagem de regresso.

Espero em breve publicar o vídeo, mas não estou muito contente, pois esqueci-me de limpar a lente sempre que filmava, logo não ficou grande coisa mas vamos lá ver o que se pode fazer…

Fotos da gastronomia da Rota do Fumeiro e das evoluções do Tozé:

Obrigado Tozé pelo excelente relato só lamentamos a lesão do Milo e desejamos-lhes rápidas melhoras.

…….

O segundo grupo, os Bravos, formado pelos três matulões: Seara e irmão Diogo e Paulo Fernandes e pelos abnegados escuteiros mirins: irmãos Luís e Guilherme Gonçalves, Bruno Fernandes e Pedro Seara, estes últimos a portarem-se como homes grandes, às voltas e voltinhas durante a tarde deste domingo pela pista improvisada no campo de futebol de Navais, onde decorreu a 2ª prova do Plano de Promoção 2014, uma iniciativa louvável da bikeservice que em boa hora teve a ideia (mais uma vez) de organizar o campeonato de promoção divididas em seis provas pelas freguesias da Povoa de Varzim e Vila do Conde, englobando todos escalões etários, com o objetivo de dinamizar a modalidade, incutindo nos mais novos o espírito saudável do desporto com o bichinho do btt. E foi um regalo para quem assistiu, ver tantos miúdos espalhados pelos vários escalões de ambos os sexos apoiados pelos seus familiares, entusiasmados a darem o litro para chegarem ao fim

Parabens a todos e o Bruno e o Guilherme até repetiram a ida ao pódio da 1ª prova.

Bruno Fernandes
Bruno Fernandes
Guilherme Gonçalves
Guilherme Gonçalves

Depois entraram em cena os Elites e Masters, com os três matulões ddr, com duas bikes a estrear, novinhas em folha a evoluíram pelas imediações do campo de futebol numa pista de XCO em versão soft , mas a exigir esforços redobrados pelo mau estado do terreno, infelizmente não ficamos para ver como terminou, mas não é difícil adivinhar que os vencedores devem ter sido os mesmos do costume: Celestino, Pierre, Diogo, Paulo e depois o Seara com a sua novíssima burra, tambem tem arcaboiço para ficar neste grupo de top.

O terceiro grupo, os Invisíveis, que deveria ser o mais numeroso e que era suposto picarem o ponto no Rafas à hora do costume, obviamente ninguém os viu. Eu sei o motivo mas não digo, alguns foram vistos de tarde a servirem de espectadores aos Bravos do Plano de Promoção, um dos quais foi este que gatafunhou estas linhas e passou duas horas divertido a assistir ao frenesim que sempre antecede a partida e ao combine de táticas entre atletas da mesma equipa, que mesmo sem a carga emocional e o nervoso miudinho das grandes maratonas, são levadas a sério por todos, mais que não seja, para botar boa figura perante a família e amigos

E foi numa dessas ocasiões de preparativos para mais uma corrida, que em conversa de circunstância com o Pierre, este perguntou-me se não sentia o bichinho de participar. Se fosse da parte da manhã, muito provavelmente tambem andaria às voltas pelas imediações do campo de futebol, assim a minha vingança vai ser no proximo domingo na Rota dos Moinhos