Desabafos

Desabafos

A propósito das eleições de hoje
Segundo as notícias houve a maior taxa de não votantes de sempre, perto de sessenta e sete por cento. Um analista político dizia, que tão elevado número é uma forma de protesto pelas políticas falhadas do governo…
Não sou analista político nem coisa que se pareça e percebo pouco de política mas o suficiente para discordar desta análise. Para continuarmos a alimentar a democracia é necessário votar, é a arma do povo e se ficarmos em casa, a passear ou a dar banho ao cão, não é protesto é comodismo, porque simplesmente não queremos votar, demitimo-nos da democracia e, ao não utilizarmos o voto, estamos a pactuar para que tudo continue na mesma e o mais grave ainda, é que estamos a permitir o avanço de grupos extremistas e xenófobos, porque estes não ficam em casa e progridem em proporção do absentismo.
Nunca me fidelizei a partido nenhum, sou apolítico por natureza mas votei sempre, mesmo quando andei pela estranja, em quem julguei servir os interesses do meu país e no fim do período da legislatura se não concordo com o seu desempenho, não lhe dou mais confiança para continuar e voto em novo candidato ou em branco se nenhum me inspirar confiança mas voto, porque esta sim, é a única forma de protesto para combater o que está errado e manter a liberdade.
Pronto já desabafei, hoje o dia não me correu particularmente bem porque além de ficar sem o c/k, cheguei ao fim do treino teso que nem um carapau, sem um cêntimo na algibeira depois de ter espalhado duas notitas de cinco euros mais uns trocos pelos trilhos da “Rota da Barca” em Gemeses, embora a quantia não fosse muita, dava para comprar uns pacotes de cascavelhos para acompanhar umas quantas imperiais.
Bom! deixemo-nos de divagações. Apesar das contingências do costume, tínhamos a intenção de participar na prova de “BTT Barca do Lago”, mas negligenciamos a hora e quando chegamos ao campo de futebol de Gemeses, o pelotão acabava de partir. O Filipe, o Emilio Santos e o Bruno com dorsal ainda foram atrás do prejuízo e recuperaram bastante a ponto de ficarem na primeira metade da classificação. O Mailo com a pressa, sem dorsal arrancou atrás dos três mas pouco depois, foi impedido de avançar por um irredutível controlador, avisando-o que nem por sombras tentasse continuar e o Mailo contrariado lá teve que ir pedalar para outro lado.
E eu que tinha ido tratar de uns assuntos urgentes quando regressei, toda a gente tinha desaparecido menos o Futre e o Paulo que esperaram por mim e fomos pelos trilhos marcados, onde encontrando a poucos kms da partida a Conceição Carlos dos Amigos da Montanha, com o desviador partido da sua bike a queixar-se que foi por aselhice de um homem como nos contou desolada por ter sido obrigada a desistir. Subimos o monte e no fim da descida em Perelhal, por lá ficamos na cavaqueira com dois elementos do posto de controle à espera que o pessoal passasse pela segunda vez e, passaram entre outros: Benta (ninguém deu pela sua passagem, nem os dois homens do controle), depois o Salgado, Ruben Amorim, Celestino, Diogo Figueiredo, Abel Machado filho e Abel Machado pai, Luís Neves, Bruno Lopes, Paulo Carreirinha e pouco depois os ddr Emílio Santos, Filipe e Bruno.
Enquanto o pessoal mais lento demorava, aproveitamos e fomos visitar Acquadapedrafurada, o nosso local de culto desde domingo passado e regressamos novamente ao posto de controle. Com o caminho livre depois dos últimos, encetamos o regresso ao campo de futebol, isto é: o Futre e o Paulo porque eu passei o resto da manhã para cima e para baixo num troço de três kms à procura do c/k que desapareceu sem deixar rasto ou então alguém o encontrou antes de mim e abarbatou-o, o mais certo.

E porque estivemos toda a manhã em Gemeses terra de um grande ddr, vai daqui um abraço de todo o maralhal ao César Nogueira

Durante a semana alguns ddr, participaram numa visita de estudo a… moinhos de vento, o que acho muito bem, pois temos que elevar o nível cultural se quisermos ter assunto para discutir à mesa do café e sermos olhados como gajos com pinta que até percebem de moinhos de vento e não como rafeiros vira-lata.

Por peralhovixlandia

(As fotos que faltavam do Bruno e Emílio Santos encontram-se publicadas na página acima “Caminho Português Interior Santiago”)

 

Para o caso de alguém estar interessado aqui se publica a URL das

fotos do 12º Luso Galaico – km 53 posto de controle 4 (Tregosa)

Os ddr em Peralhovixlandia

O ultimo treino, sem destino definido, ao sabor do vento ou da sugestão dum rafeiro qualquer, andamos por aí e no fim descobrimos um centro de pesquisas em acquadaspedras um pequeno paraíso da selva de Peralhovixlandia, e, pasme-se no que aconteceu…entramos pelo cano de ensaios

As fotos de acquadaspedras, primeiro a brincar no paraiso depois a o Armegenom:

11 de Maio

11 maio 2014
Sabia que hoje se realizava mais uma prova do plano de promoção de btt na Estela, até porque passamos (ddr), boa parte da manhã no local a dar voltas pela pista. De tarde tinha intenção de ir até lá dar uma espreitadela porque gosto deste género de ambientes que engloba todos os escalões e, claro, porque participavam elementos ddr, só que, depois do almoço passei pelas brasas e esqueci-me completamente da…intenção.
Por volta das 16h00, quando eu e a minha consorte nos dirigia-mos para a Povoa pela estrada alternativa à EN 13, para fugir ao trânsito pára/arranca da feira de Contriz, próximo da Estela dou de caras com o Seara na berma equipado com a camisola ddr, foi então que me lembrei da prova e onde estava, próximo do local onde andamos de manhã a brincar às voltas pela pista, menos na ultima, onde nos esfarrapamos a puxar pelas burras quanto podíamos que no fim acabaria por ser ganha pelo César, sim o César! O César Nogueira, seguido pelo Filipe e em terceiro, quem diria … o Martinho, que não treinava há três meses. Ele não não quis explicar-nos como andou tanto em tão pouco tempo, mas cá para nós, deve ter aplicado a mesma receita que lhe deu a vitória o ano passado na grande maratona do Viv`a Barca de Gemeses. Depois deste feito, não temos duvidas que no próximo dia 25 estará pronto para renovar o titulo de vencedor do ano passado, basta aplicar a tática no momento em que os organizadores estiverem entretidos com os 4 controles do percurso e esquecerem o controle da chegada.
Como a pressa era relativa, estacionei o carro com a minha consorte a protestar por causa do vento frio e fomos até ao loca da partida/chegada.
Lá estavam os clãs de apoio familiar ao Guilherme e Luís por parte da família Gonçalves e Bruno por parte da família Fernandes e o Solinho a apoiar o Seara que andava de um lado para outro para aquecer e dar cabo do nervoso miudinho que sempre ataca nestas ocasiões. O Guilherme com a bandeira d`apulia a servir de capa, qual super-homem, já tinha terminado a corrida de infantis e estava feliz da vida por não ter a chatice de ir ao pódio, afinal este ano já lá tinha ido duas vezes, agora incentivava o mano Luís que nos iniciados fez uma excelente prova e, o Paulo Fernandes que desta vez ficou em terra (por ter participado de manhã na maratona XCM de Vila Praia de Ancora e fez metade da prova com os travões gastos, mesmo assim ficou em 9º master B), incentivava o filho Bruno que acabaria por ir ao pódio em segundo.
Ainda assisti à partida da ultima prova de elites e masters e contrariado tive que ir embora ao fim da primeira volta, nessa altura o Seara passou em quarto em elites, com o Celestino Faria a comandar destacado. O “Pierre” em masters B, na luta com o “Matraca”, mas tenho quase a certeza que o “Pierre” mais traquejado nestas coisas acabaria por ultrapassar o “Matraca” e vencer na sua classe, assim como o Celestino em elites e, o Seara será que foi desta que inaugurou as idas ao pódio? Assim o esperamos. Parabens a todos.
Os ddr que tambem andaram pela Estela: Filipe, Chico, Emilio Santos, Milo, Paulo Santos, Futre, Narciso, César e Martinho

Aqui ficam algumas fotos do treino de hoje e a excelente classificação do Paulo Fernandes no memorial Bruno Neves em ciclismo e a curiosidade da “frincha” onde a descer em alto speed o João entalou a bike e esfarrapou o joelho a caminho de Santiago

Obs: ainda há fotos por publicar de Santiago, logo que sejam entregues serão publicadas.

O video de Santiago com a perspetiva do Francisco Ferreira (Chico). Muito bom, parabens

Os ddr pelo Caminho Português Interior Santiago

(O vídeo do Tozé está publicado no fim da crónica)

Os ddr Pelo Caminho Português Interior Santiago

001Todos anos por esta altura, quase sempre no mês de maio, reservamos três dias para deambular pelos Caminhos de Santiago. Tem sido assim desde há oito anos. Desta vez escolhemos o Caminho Português Interior de Santiago, que começa em Viseu e estende-se por 205kms em território português até à fronteira de Vilarelho da Raia e depois mais 180kms em território espanhol até Santiago de Compostela, com um acumulado de 8294 m a subir e 8443m de descidas. Por aqui se vê que não é dos mais fáceis e exige uma preparação física razoável se o quisermos fazer na sua totalidade em três dias ou mesmo quatro.
Já passaram três dias desde que terminou a nossa aventura que começou no dia 1 e terminou no dia 3 de maio, e, como tem sido tradição começou algo atribulada. A dois dias da partida, andamos em bolandas com mails e telefonemas à procura de alojamento onde pernoitar (os albergues por norma não recebem grupos grandes), é claro que estamos a falar de alojamentos de uma e duas estrelas, quase todos lotados na data pretendida por causa dos feriados. A cinco horas da partida persistia a incerteza se haveria transporte para as bikes com o mecânico a tentar resolver a avaria da carrinha durante horas, quando afinal bastava… alguns segundos. Por fim na hora prevista para a partida 05h45, o Nelson adormeceu e acabamos por sair às 06h43. Tudo isto foi como que um prenuncio de que tudo iria correr bem. E correu, tirando a frincha que lixou o João e o rolamento gripado da roda da bike do Milo, mas já lá vamos…
003Como não estávamos formatados para começar no inicio em Viseu, começamos em Chaves ao km 170, aliás, não foi bem na cidade de Chaves, o Francisco Gomes teve pena de nós depois da seca à espera do Nelson e descarregou-nos no “O Padrinho”, um café restaurante a meia dúzia de kms do ponto da suposta partida, cujo dono, como nos revelou, tem grandes amigos em Fão.
Com todos a postos, eram 08h30, quando começamos a pedalar para explorar mais um Caminho, sem grandes preocupações do que iriamos encontrar pela frente.
Paramos várias vezes à procura do caminho certo, em algumas troços só existia vestígios de setas amarelas ou da concha (vieira), as más marcações seriam uma constante até Ourense, valeu que o Emílio Santos levava o track do Caminho e tirava-nos as duvidas quando elas surgiam.
010Chegamos a Verín num instante onde encontramos outros grupos de ciclistas de Gondomar e Barcelos com o mesmo destino do nosso. Cinco kms depois começou a tão propalada subida de Rebordelo, que afinal não foi assim tão difícil, pois ainda sobrou folgo para o Mota cantar o “ai que mal eu fiz para merecer isto”, com coro a responder “ isso aí miudo…sobe, sobe…”. Terminamos nas eólicas, o cimo a 836m já na localidade de Pena Verde.
Depois de um pequeno intervalo para afinar a bike do Nelson, continuamos até Vila de Rei onde almoçamos e a bike do Milo anunciou a morte esperada depois de ter saído de casa adoentada, valeu que o Alexandre a contas com as cãibras, ou seria canhas? Cedeu a sua bicicleta e a do Milo foi para a carrinha de apoio descansar a ver se no dia seguinte… estaria em condições de prosseguir.
Até Ourense haveríamos de ter mais outra subidita ao sair de Allariz, quando o grupo se desfragmentou em três e cada um 017seguiu por onde lhe apeteceu. Um clássico dos ddr. Entretanto o João aproveitou a confusão para fugir e só apareceu passado duas horas da nossa chegada, quando estávamos a meio do jantar depois de ter percorrido as ruas da cidade à procura do hotel…Salcedas, deixando os Ourenses a interrogarem-se se conheciam tão bem a cidade como julgavam, pois não conheciam o Salcedas de lado nenhum e nunca tinham ouvido falar em tal nome e, só não dormiu na rua porque o Bruno enviou-lhe uma msg com o nome do hotel Rosendo.
O primeiro dia de Chaves a Ourense, 105kms, com 1600 m de acumulado, foi feito sem grandes pressas, por meio de um ambiente predominantemente rural, à vista de monumentos medievais e pelas localidades de Transmiras, Xinzo de Limia e Allariz, as mais mediáticas desta etapa, aproveitando ao máximo as descidas que o Caminho nos proporcionava.
O segundo dia, de Ourense a Silleda, foi mais curto, mas mais duro, com constantes subidas e descidas. A partir de Ourense o Caminho prossegue pela Rota da Prata. Depois de atravessar a cidade movimentada àquela hora da manhã, atravessamos a ponte sobre o rio Minho. A partir daqui há dois trajetos até Bouzas, informou-nos o Filipe, fomos pelo Caminho Real que embora tenha a mesma inclinação do outro, psicologicamente é melhor, com as curvas não se tem a noção da extensão da subida ao contrário do outro em linha reta. A parede começou em Cudeiro aos 136m e durante três kms foi até aos 848m, terminando no Monte do Seixo com uma vista magnifica sobre a cidade ao fundo. No fim encontramos mais um grupo de ciclistas, este de Braga que tinham saído de Viseu no dia 30 de abril, onde se integrava um conterrâneo de Apúlia.
A partir de Ourense a paisagem é mais agradável e diversificada. Começamos a ver peregrinos a pé, no primeiro dia não encontramos nenhum. Em San Cristovo de Cea, optamos por não ir ao famoso mosteiro de Oseira que rezam as crónicas oferece chocolate a quem bater à porta mas, parece que agora não é bem assim e nos últimos tempos os monges deixaram de alimentar as gulodices dos peregrinos.
Em Dózon, o Carias e o César, não falharam lá os encontramos mais uma vez para o almoço, foi sempre assim, à horinha lá estavam no local combinado com as marmitas das sandes, da massa e super-bock até esgotarmos o stok e passar para a estrella galicia ou mahou.
O tempo continuava bom, com sol, embora o vento do norte a soprar de frente não fosse nada agradavel. Continuavamos com o mesmo espírito de grupo em alta e o ritmo pachorrento do primeiro dia e depois desforrava-mo-nos nas descidas todo terreno adrenileiras. Numa dessas ocasiões a coisa não correu bem para o João quando descia de prego a fundo desde o alto de San Domingos até Prado, num troço com gravilha, enfiou a roda da bike numa…frincha, como contou depois, e foi ?????????????????????????pelos ares. Perante o aparato da queda só (?) deu para esfarrapar um joelho, com os peregrinos atónitos a presenciar o espetáculo e depois a rapidez com que se levantou. Grande João
Nesta etapa interagimos com vários grupos, dos quais um de Melres Gondomar que já o tínhamos encontrado em Verín, um grupo em tudo semelhante ao nosso mas…melhor nas canhas e outro bastante grande os “Kotas & Companhia” do Sul, com um staff de respeito composto por três carrinhas que, para além de todo o apoio logístico, observamos que confeccionavam as refeições e montavam banca amiúde com os reforços. Enviamos daqui um abraço a todos, principalmente a estes dois com quem nos encontramos varias vezes durante o dia e esperamos que tenha corrido pelo melhor até ao cabo Finisterra.
Chegamos a Silleda cedo, 16h30, com tempo para dormir a sesta, para as canhas acompanhadas com… alpista. Foram 70kms durinhos com 1700 de acumulado e, caso curioso, chegamos todos juntos, ninguém andou à procura do Salcedas.
060Até à hora do jantar demos bastante trabalho ao homem do bar a trocar barris de cerveja, principalmente o grupo de Melres, no meio de grande algazarra. É o que faz chegar cedo.
E foi no intervalo de troca de barris, que o Tino revelou em primeira mão um novo método de treino, para quem anda pouco. Não é barato e é um bocado longe, mas é eficaz para que quiser andar na frente e bater records. Se alguém dos que não estiveram presentes estiver interessado é só contactar o Tino.
O jantar decorreu bastante animado, nem podia ser de outra maneira, numa sala com o grupo de Melres e no fim a dona do restaurante fez questão de ficar na foto connosco, qual tia Márcia da tasca das fodinhas de Ponte de Lima.
No terceiro e ultimo dia, abandonamos Silleda cedo, 08h00, com um frio de rachar. As bikes do grupo de Gondomar por lá ficaram sozinhas na garagem à espera que as montassem. O canhamento do dia anterior foi de qualidade e quando assim é, é necessário mais tempo para o descanhamento. Grande grupo.
Até Santiago, foram, 45kms e o percurso decorreu sobre o lema “O caminho faz-se caminhando”, no nosso caso pedalando. Ao fim de 20 kms, tivemos a mais longa descida do Caminho e por pixe até Ponte de Ulla. Foi espectacular chegar aos 70km/h e, depois…lá estava a subida à nossa espera a única digna de registo nesta etapa e entramos definitivamente nos arredores de Santiago com muitos peregrinos à mistura e o grupo de Barcelos (noddys) e depois, através da Porta das Praterias (devia ter sido por aqui), à praça do Obradoiro em frente à Catedral de Compostela .Estava 086concluído o Caminho Português Interior de Santiago.
Descrever agora as vivências depois de percorrer um caminho de Santiago, não é fácil, a perspetiva de dezasseis elementos, que integraram o grupo deste ano provavelmente serão todas diferentes mas, no final, independentemente das dificuldades físicas que alguns sentiram mais que outros, todos estamos de acordo que foram três dias de convívio extraordinário com algumas incidências surreais à boa maneira dêdêrriana, senão vejamos: quem se lembraria de iniciar o caminho com uma bicicleta a precisar de intervenção mecãnica sabendo de antemão que não teria hipótese de chegar ao fim? Ou andar perdido sozinho duas horas à procura do hotel que nunca existiu?
No fim tudo foi interessante, toda a gente foi interessante, estas aventuras ensinam-nos a não ficar distraídos da vida.
Dedicamos esta aventura a todos os que nos enviaram msg de apoio e especialmente aos nossos emigrantes: Adélio Costa, César Nogueira, Carlos Figueiredo e Hélder Santos que mesmo longe continuam connosco

Terminamos a agradecer mais uma vez a disponibilidade do Carias e César que nos apoiaram durantes os três dias, assim como a disponibilidade do Francisco Gomes que nos transportou a Chaves e foi buscar-nos a Santiago. Em nome do grupo, obrigado aos três.

BOM CAMINHO!!!

Os dezoito do Caminho Português Interior de Santiago:

Filipe Torres
Francisco Ferreira
Emílio Santos
Paulo Santos
Emílio Hipólito
Celestino Palmeira
Luís Lopes
Narciso Ribeiro
Nelson Miranda
Bruno Monte
António Maia
Tiago Seara
António Solinho
Eurico Cunha
João Zão
Alexandre Caseiro
Zacarias Palmeira
César Carvalho
Francisco Gomes

Vídeo do Tozé – mais uma excelente realização da perspetiva da nossa aventura (falta o vídeo do Chico)

Algumas fotos de Narciso, Chico, Mota e Toze (ainda faltam mais e o vídeo que serão publicadas quando as enviarem)