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Desabafos

Segunda-feira, Maio 26, 2014

Desabafos

A propósito das eleições de hoje
Segundo as notícias houve a maior taxa de não votantes de sempre, perto de sessenta e sete por cento. Um analista político dizia, que tão elevado número é uma forma de protesto pelas políticas falhadas do governo…
Não sou analista político nem coisa que se pareça e percebo pouco de política mas o suficiente para discordar desta análise. Para continuarmos a alimentar a democracia é necessário votar, é a arma do povo e se ficarmos em casa, a passear ou a dar banho ao cão, não é protesto é comodismo, porque simplesmente não queremos votar, demitimo-nos da democracia e, ao não utilizarmos o voto, estamos a pactuar para que tudo continue na mesma e o mais grave ainda, é que estamos a permitir o avanço de grupos extremistas e xenófobos, porque estes não ficam em casa e progridem em proporção do absentismo.
Nunca me fidelizei a partido nenhum, sou apolítico por natureza mas votei sempre, mesmo quando andei pela estranja, em quem julguei servir os interesses do meu país e no fim do período da legislatura se não concordo com o seu desempenho, não lhe dou mais confiança para continuar e voto em novo candidato ou em branco se nenhum me inspirar confiança mas voto, porque esta sim, é a única forma de protesto para combater o que está errado e manter a liberdade.
Pronto já desabafei, hoje o dia não me correu particularmente bem porque além de ficar sem o c/k, cheguei ao fim do treino teso que nem um carapau, sem um cêntimo na algibeira depois de ter espalhado duas notitas de cinco euros mais uns trocos pelos trilhos da “Rota da Barca” em Gemeses, embora a quantia não fosse muita, dava para comprar uns pacotes de cascavelhos para acompanhar umas quantas imperiais.
Bom! deixemo-nos de divagações. Apesar das contingências do costume, tínhamos a intenção de participar na prova de “BTT Barca do Lago”, mas negligenciamos a hora e quando chegamos ao campo de futebol de Gemeses, o pelotão acabava de partir. O Filipe, o Emilio Santos e o Bruno com dorsal ainda foram atrás do prejuízo e recuperaram bastante a ponto de ficarem na primeira metade da classificação. O Mailo com a pressa, sem dorsal arrancou atrás dos três mas pouco depois, foi impedido de avançar por um irredutível controlador, avisando-o que nem por sombras tentasse continuar e o Mailo contrariado lá teve que ir pedalar para outro lado.
E eu que tinha ido tratar de uns assuntos urgentes quando regressei, toda a gente tinha desaparecido menos o Futre e o Paulo que esperaram por mim e fomos pelos trilhos marcados, onde encontrando a poucos kms da partida a Conceição Carlos dos Amigos da Montanha, com o desviador partido da sua bike a queixar-se que foi por aselhice de um homem como nos contou desolada por ter sido obrigada a desistir. Subimos o monte e no fim da descida em Perelhal, por lá ficamos na cavaqueira com dois elementos do posto de controle à espera que o pessoal passasse pela segunda vez e, passaram entre outros: Benta (ninguém deu pela sua passagem, nem os dois homens do controle), depois o Salgado, Ruben Amorim, Celestino, Diogo Figueiredo, Abel Machado filho e Abel Machado pai, Luís Neves, Bruno Lopes, Paulo Carreirinha e pouco depois os ddr Emílio Santos, Filipe e Bruno.
Enquanto o pessoal mais lento demorava, aproveitamos e fomos visitar Acquadapedrafurada, o nosso local de culto desde domingo passado e regressamos novamente ao posto de controle. Com o caminho livre depois dos últimos, encetamos o regresso ao campo de futebol, isto é: o Futre e o Paulo porque eu passei o resto da manhã para cima e para baixo num troço de três kms à procura do c/k que desapareceu sem deixar rasto ou então alguém o encontrou antes de mim e abarbatou-o, o mais certo.

E porque estivemos toda a manhã em Gemeses terra de um grande ddr, vai daqui um abraço de todo o maralhal ao César Nogueira

Durante a semana alguns ddr, participaram numa visita de estudo a… moinhos de vento, o que acho muito bem, pois temos que elevar o nível cultural se quisermos ter assunto para discutir à mesa do café e sermos olhados como gajos com pinta que até percebem de moinhos de vento e não como rafeiros vira-lata.

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