Metodos de treino

ATENÇÃO CAMBADA: DOMINGO DIA 5, O TREINO É EM S.LUZIA.

ÀS 08H15 NO “RAFAS”

Métodos de treinos

O Futre, a contas com assuntos extra bikes com o seu amigo Magalhães dos tempos de jogar futebol, com receio de falhar o treino d`hoje, pediu na véspera de Sábado à noite que o contactassem caso não comparecesse à hora do costume. Como se o povo acreditasse que só por distração é que falharia o encontro.Não foi contactado, de resto sabemos de outras vezes como termina o dia ou a noite ou ambos quando os dois se encontram
– Ao vê-lo ontem tão empenhado em desfrutar a noite com o Magalhães, adivinhando desde logo uma noite longa, alegre mas muito agitada, não o quis incomodar, até porque tenho a certeza que não adiantaria nada pois continuaria com o galho ferrado no vale de lençois”.
Assim nos contou o chefe no fim do treino, sentados à mesa do “Controverso” que, a avaliar pelo aspeto dos equipamentos enlameados dos seis ddr`s: Filipe, Emílio Santos, Milo, Bruno, Seara e Solinho, o treino deve ter sido puxadito lá para os lados de Gemeses ao ponto do Milo, o nosso Mailo, confundir o campeonato do mundo de estrada que hoje se realizou em Ponferrada, com a maratona da Povoa que se realizará no dia 12 Outubro e em que os ddr irão estar representados ao mais alto nível com os seus atletas de top. Com o Milo é assim e nós queremos que continue assim.
-Aqui há uns tempos o Tino, falou de um novo método de treino para quem quiser andar nos limites, lembram-se? Para os mais distraídos, o excerto da crónica:
 … o Tino revelou em primeira mão um novo método de treino, para quem anda pouco. Não é barato e é um bocado longe, mas é eficaz para quem quiser andar na frente e bater records. Se alguém dos que não estiveram presentes estiver interessado é só contactar o Tino….
In crónica “Os ddr pelo Caminho Português Interior Santiago” de 7 Maio

Pois bem hoje publicamos uma foto de um dos candidatos em pleno treino com o novo método a que aludia o Tino:Metodo de treino do Tino

Vistos por fora – os ddr em Fátima e 5 Cumes

Vistos por fora – os ddr em Fátima e 5 Cumes

10613141_839492172741755_2203941343377252521_nEste fim de semana seis ddr foram a Fátima, tradição que se mantem desde há 13 anos. Foi um grupo pequeno e, embora não haja registo de quantos elementos participaram nos primeiros anos, não custa acreditar que desta vez o grupo deve ter sido o menor de sempre em contraste com os vinte elementos de outros tempos.
Foram de facto poucos os ddr`s: Filipe, Emílio e Paulo Santos, Futre e Tozé mais o Carias no apoio, que se apresentaram à partida e arrancaram às 06h35 de Sábado. Um grupo rijo, top, disposto a esquecer os que não quiseram ou não puderam participar na campanha deste ano, contudo, apesar do animo em alta à partida, apanágio dos ddr, reinava alguma apreensão com o que os esperaria ao km 130, na famosa travessia do monte de Calvelas, devido à esperada alticomealmetria nessa zona de pressão na lagoa de Mira.
Como é evidente, o que se passou nos primeiros 130kms não sabemos, só algumas noticias esparsas nos chegaram via telefone ao fim do dia, a dar conta que o grupo imprimiu logo de inicio uma pedalada demolidora e que o receio pela travessia do tal monte se confirmou na totalidade pois foi preciso mais de duas horas para o transpor e no fim foi um êxito graças ao guardião de Calvelas o Sr. Carlos Miranda que deu uma grande (des)ajuda.
Bom, fiquemos por aqui, alguém da comitiva há-de contar os pormenores das incidências da aventura

Fotos de Emilio Santos (Pinho), na escala tecnica de Mira

IMG_20140921_112927725Outro acontecimento de relevo para os ddr`s foi a participação de três elementos na mítica prova dos 5 Cumes que os Amigos da Montanha transformaram num acontecimento nacional de XCM desta vez com três mil inscritos, segundo a organização mas só haveriam de se classificar 1820 incluindo os federados
Entediado, por não estar habituado a ficar em terra, sem treinar há mais de um mês, em boa hora fui a Barcelos assistir à chegada dos ddr`s: Solinho e Seara já que o Paulo Fernandes fez os cinco Cumes e obviamente chegaria mais tarde a horas improprias para o almoço.
Oh, Deuses que frustração imensa estar ali no pórtico da chegada em vez de estar no terreno sem me importar de apanhar pó como o ano passado ou lama como há dois anos ou chuva intensa como há três e ser o 1820º classificado. Que frustração não ser o sétimo na comitiva a Fátima. Incrível o valor que damos às coisas quando nos são brusca e cruelmente interditas.
Durante duas horas andei com o Nelson a exorcizar os reais fantasmas da minha tormenta, a conversar com quem calhava, entre outros com o Rui Sousa 2º classificado na volta a Portugal deste ano, que nos confidenciou que para o ano continuaria no Boavista e depois logo se veria, porque tem muitos planos para realizar e sobra-lhe pouco tempo.
Chegou o primeiro dos três Cumes, Cesar André Lima Fonte “meu colega” disse-nos Rui Sousa na “Onda Boavista” e passado pouco tempo em 12º o grande ddr Solinho feliz pela sua prestação e desolado por não ter uma camisola dos ddr (atenção administradores dos ddr resolvam este problema rapidamente), que fez uma prova extraordinária juntamente com o Seara 25º.
Parabens aos dois, fostes GRANDES, é um orgulho para os durosderoer ter atletas da vossa têmpera
Parabens tambem ao João Pedro Faria (Pierre), 18º, excelente uma classificação a que já nos habituou e ao Luís Neves em 50º tambem com uma excelente classificação e sempre modesto como é seu timbre na avaliação à sua prestação. No fim toda a gente estava feliz pela classificação, pelos trilhos limpos e apesar de ter chovido, sem lama e com boas marcações como iam dizendo ao speaker à chegada os primeiros betetistas.

Obrigado ddr pela vossa solidariedade. Hoje começa o Outono, gostava que fosse a Primavera

Fotos da chegada por ordem desde o 1º até ao 12º Solinho:

Domingo, 14 Setembro 2014

A caminho de Fatima

por: Filipe Correia (Futre)

Domingo 14 de Setembro de 2014

Conforme o estabelecido na ultima quinta-feira, o local da reunião para o treino de adaptação à estrada e às bicicletas de rodas fininhas que embora alguns DDR’s lhes deem um uso quase diário, à outros como eu que de cada vez que pego nela (a bicicleta) tenho que pegar na vassoura para lhe limpar as teias de aranha, tal é o tempo que acumula parada. Pois bem, o objetivo deste treino é tornar menos difícil a nossa viagem a Fátima que se nada acontecer em contrário se realizará no próximo fim-de-semana.

….

À hora marcada (8.30h) em ponto lá estávamos uma dúzia de ddr’s prontos e mentalizados para um treino duro e longo, como tem sido tradição desde à bastantes anos pra cá na véspera da ida a Fátima. O tempo estava fresco, o que até ajudava, arrancamos para a estrada logo com um ritmo elevado. Fomos em direção a Póvoa, viramos para Rates e subimos a Franqueira sem esforço nenhum que é a forma que alguns ddr’s adjetivam as dificuldades, pelos vistos não sentem a subir os montes mais altos e mais difíceis tal é a intensidade que põem nos seus treinos. Depois de descer a Franqueira a voar , em Barcelos apanhamos a estrada para Viana subindo os Feitos com uma média de quase de 30km/h. Continuando, subimos o monte de Santa Luzia onde ultrapassamos uma equipa bem conhecida do concelho da Povoa, liderada por um ciclista já veterano vencedor de uma volta a Portugal, um atleta com alguns sucesso a nível nacional e voltamos sempre a grande velocidade. Á saída de Viana viramos pela Amorosa onde nas bermas da estrada iam aparecendo umas aves estranhas, que nem os especialistas em ornitologia conseguem identificar pois muitas vezes a única indumentária que ostentam é apenas um cinto largo e um top curto e justo.
De repente ouço um estrondo, e pensei que fosse algum de nós que ia a apreciar a paisagem se tivesse distraído e tombado, mas…

…….
Foda-se estava a sonhar!!!
Em casa inadvertidamente ou até de propósito, tal era a roncada que eu devia fazer a subir  Santa Luzia bateu uma porta e lá se foi um sonho fantástico em que eu já me sentia quase tão bom como aquele que um dia foi o meu ídolo de adolescência, o grande Joaquim Agostinho, mas pronto um pobre já nem direito a sonhar tem.

….
O que efetivamente aconteceu no domingo, foi que como o costume meia hora depois da hora marcada ainda só estávamos 4, com o Tozé sempre a reclamar que não ia treinar porque ia chover muito e não podia estragar o… telemóvel. Lá o convencemos a arrancar connosco, (eramos só 4 eu, o Emílio Pinho, o Seara e o Tozé) mesmo contrariado lá conseguiu andar 1km onde tomou uma decisão irrevogável de voltar para trás.
Os três mosqueteiros que sobravam lá continuaram por mais 1km onde tiveram que se abrigar à pressa, porque tinha começado o dilúvio que o Tozé tinha previsto e já se devia estar em casa a rir de nós.
Depois de algum tempo de espera, como a chuva não parava decidimos voltar para trás mesmo debaixo de chuva e chegamos a casa completamente encharcados.
Como já estava encharcado e frio foi só enxugar vestir uma roupinha quente e confortável e deitar no sofá a tentar ver um filme até ao fim…
Ao fim de pouco tempo aconteceu aquilo que já todos sabem.
Um abraço para os nossos imigrantes em especial e em particular para o César que é um Duro de roer e para o Carlos Figueiredo que tem muito que roer (ou pelo menos tinha quando saiu daqui)
P.S.: Não sei se este texto foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico porque não percebo nada disso.
Beijos e abraços, até a próxima.

Os ddr pela Sra do Minho

O dia de Sábado é dedicado aos nossos ddr que nos visitaram nas férias: César Nogueira e Adélio (Espanhol) e já regressaram aos respetivos paises onde vergam a mola. Ao Carlos Figueiredo que nunca mais lhe pusemos a vista em cima e já agora ao Virgilio Fradique que ainda por cá anda e prometeu uma tainada de javali mas ao que parece o javali estava vivo e fugiu. Felicidades para todos e regressem rápido.

Fiquem com mais um excelente video do Tozé da epopeia Minhota e a excelente cronica onde o Tozé conta todos os malabarismos da cambada.

Fotos do Tozé

Clica aqui para ver as fotos do Tozé

By Antonio Maia

Pois muito bem, quem vai a Senhora do Minho pela primeira vez, como eu, tem a preocupação da subida dura e de uma descida ainda mais, mas vão perceber que o mais perigoso de tudo é o almoço!
Como sempre pontuais, o combinado era as 08:30 e conseguimos arrancar lá por volta das 09:00 e pouco directos a Viana do Castelo. Depois de uma viagem tranquila, chegamos ao inicio da subida para a Senhora do Minho, preparamos as burras demos as últimas afinadelas e prontos lá partimos.
Sempre ouvi dizer que o pessoal se picava nesta subida e deixava os mais lentos para trás que seria o meu caso. Mas não, desta vez foi diferente, fomos todos em grupo unidos como nunca. Logo no começo da subida, o Emílio Pinho ficou com a pedaleira solta, primeira paragem forçada mas rapidamente foi resolvida e lá continuamos a subida a por a conversa em dia, a tentar saber onde parava o Nelson, o Narciso e os resto…
A subida até foi fácil, com esta conversa agradável que íamos a ter, até que perto do cimo, o Hélder, teve uma quebra de açúcar, ou seria de pernas, bem, não interessa, lá continuamos a apreciar a paisagem, e digo-vos, lindíssima, até encontrarmos a capela. Fizemos uma pequena pausa para apreciar a beleza tamanha de tal paisagem fantástica preparando nos para a descida esperada.
Por pedras e calhaus soltos, descemos nos a grande velocidade não fossemos nos os durosderoer, só pararmos numa clareira para descansar as mãos, achamos estranho o Hélder vir com a burra a mão, espantados ao vermos os dois pneus no fundo… a burra não aguento a pressão…
Depois do descanso e a burra do Hélder concertada arrancamos novamente para a descida até ao destino, sem antes, a burra do Hélder, como tem sido praxe, segundo dizem, o mandou de cangalhas tendo mesmo que ver se o material tinha ficado intacto! mas não ficou.
Abono de família em ordem e voltamos nos a carga até à ponte onde alguns aproveitaram para tomar o banho de agua gelada e nomear os próximos a fazê lo!!
Até aqui tudo correu bem e não achei perigo nenhum. ..
Hora do almoço e lá fomos para o café Caçana. Aí começamos a pedir champarrion tinto com canela e umas entradas, moelas, presunto com queijo…
Depois vieram os rojões e com isso os muitos jarros de líquido! Como sempre e duros que somos, cantamos, jogamos matrecos, rimos, fizemos a festa e apanhamos as canas…
Isto sim, o almoço era a parte mais perigosa, pois o líquido quando acentou no estômago ui…!
Estava na hora do regresso a casa e tudo correu bem… paragem na bomba e alguém decide ir beber mais um fino… bora…
Na estrada nova alguém decide depois de ver o filme missão impossível subir para o tejadilho do carro… mais uma paragem…
Até que só descer, cansado devido ao esforço da subida, alguém caiu e só parou num campo de milho…
O fim de tarde estava óptimo e uma esplanada chamava, por lá falamos coisas que não me lembro é acho que nada de importante lembrar e até ligamos ao nosso ao Narciso para dizer um monte de baboseiras.
Foi assim o nosso a ida à Sra do Minho, e digo desde já que bem mais duro que a primeira descida ao sarrabulho que fiz.
Os duros da odisseia foram :
Filipe, Chico, Manel, Emilio Santos, Paulo Santos, Tino,Futre, Hélder, Bruno e Tozé

Fotos da Sra do Minho

Por enquanto não há feed-back da epopeia de Sábado mas, ao que parece, as expectativas adrenaleiras/amalucadas foram largamente superadas e, se a Ramson do Helder fez o seu numero habitual e escangalhou-se, desta vez a fazer fé nas fotos, a novidade foi ter entrado em cena…um campo de milho. Aguardemos por mais pormenores

Fotos do Emilio Santos e Francisco Ferreira