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Missing ddr`s

Segunda-feira, Maio 9, 2016

 

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A task Force dos ddr`s que participaram no Douro Granfondo

1.Será que o espectro do tempo chuvoso, que se fez sentir na manhã deste domingo, foi o pretexto para a falta de comparência da maioria dos ddr ? Só quatro é que se dignaram dar o corpo ao manifesto: o Chefe e o Emílio Santos à horinha do costume lá estavam afilados para atacarem os 70kms, que foi quanto o c/k marcou no fim e, o Seara e o Milo foram cedo para Famalicão para atacar a maratona que lá se realizava e onde se portaram muito bem. O Seara depois do brilhante 1º lugar em elites na maratona do Facho do passado dia 1, sacou um excelente 3º lugar e o Milo o 11º na classe. Parabéns aos dois.

Não acreditamos que tal debandada de ddr se deve-se ainda ao trauma da coça do Douro Granfondo, ou será que estão a pouparem-se para o passeio de cicloturismo à cidade de Fátima no próximo sábado? Depois queixem-se que eles andam muito.
001 - Cópia2.Pois é, o próximo fim-de-semana está reservado para cumprir a tradição anual que, pela 15ª vez se vai realizar com mais uma tirada até Fátima em bicicleta. E já que estamos na semana dêdêrriana de Fátima, vamos transcrever algumas passagens insólitas protagonizadas por  turistas, contadas por guias turísticos sobre Fátima, que os deixaram completamente baralhados:

Recordam os ex-guias, Dafne Lemos e Fátima Santos, que no Mosteira da Batalha, um dos visitantes insistia em saber o nome do soldado desconhecido

As idas a Fátima também têm episódios pouco católicos. Há quem queira fazer piqueniques no Santuário. “Levei algum tempo a explicar a um grupo de cristãos ortodoxos que não era possível fazê-lo, por ser um local sagrado, como se fosse uma igreja”, descreve a guia Helena Cipriano.“ Na sua lógica, sendo um espaço aberto, com uma árvore, pode-se comer e fazer piqueniques”. A guia tambem teve de esclarecer uma brasileira que confundiu Fátima com o Cristo Rei (em Almada) e por isso queria a todo o custo ir de metro.

“Há 30 anos quando o percurso Lisboa/Fátima demorava duas horas e meia, ao ver um vídeo com a história do local, em que algumas partes entre os pastorinhos e a Nossa Senhora eram em diálogo, uma turista italiana chorava comovidíssima. Pensou que se tratava de uma gravação verdadeira das aparições de 1917”, relatam Dafne e Fátima.

De outro mundo foi também o caso de uma cliente francesa que num longínquo 12 de outubro, durante a procissão das velas, se perdeu do grupo. Após várias horas foi encontrada e levada ao hotel, “Mas recusava ir para o quarto com o marido pois afirmava, ofendidíssima, que nunca se tinha casado e não ia dormir com um desconhecido”, descrevem as duas agentes de viagens. A turista, tinha casado há uma semana e a peregrinação era a viagem de núpcias.

Helena, já teve quem lhe perguntasse se Almada era Marrocos. E recorda a primeira vez que uma turista brasileira comentou que a Mercedes devia ser uma marca muito importante em Portugal, porque além de muitos táxis e autocarros desta marca, também havia muita publicidade espalhada pelo país. Até em cima de vários montes e “girando, girando”. A guia não percebeu à primeira, mas depois fez-se luz. O que a turista via eram torres eólicas a funcionar, mas assumia que eram marcas de carros.

 

 

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