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Jornadas culturais, desportivas e outras coisas mais…

Terça-feira, Setembro 27, 2016

1.O Bruno, como dissemos na semana passada, continua de forma sustentada a tratar do caparro para grandes feitos que se adivinham no futuro e a prova disso, mais uma, ontem no Porto, vingou-se do passeio forçado de 112km do granfondo do Douro e atacou os 165kms do Porto Granfondo, como um PRO.

O Seara, rumou para Barcelos, para os 5 Cumes. Com as cores dos Irmandade bike team e porque ainda não está formatado para tantos montes, galgou os três Cumes em pouco mais de duas horas e meia e ficou em 93 da geral, com nota positiva entre os1044 bettistas que chegaram ao fim.

O Milo, bom, o Milo foi traído há ultima hora pelo seu companheiro das tardes de domingo e o agendamento para subir o Cerquido até ao alto da serra D`Agra, foi cancelado por lesão no costado do Rui, a quem endereçamos daqui o desejo de rápidas melhoras.

2.O Tozé, cada vez mais traialista, foi correr para a serra D`Agra, fazer o trail longo de 33kms, foi o primeiro a dar o mote para o que viria a ser um fantástico dia no mundo dêdêrriano em grupo e a solo. Às 07h30, já estava em Dem, pronto para trepar pela serra acima. Tiramos o chapéu, ou antes o capacete, à abnegação e persistência com que se empenhou nesta epopeia serrana e damos-lhe os parabens pelo honroso 104 lugar entre 345, mas, no domingo também ficamos decepcionados, nós que sempre o consideramos um gajo com muito bom gosto nas questões femininas, alguma coisa deve ter acontecido para correr o trail com uma companheira tão mal cavacada, com pelos nas ventas e em modo alpercatas. Bom, estamos p`raqui a falar à toa, pois se calhar fez parte do kit de participante.

3.O grupo dos oito ddr, prosseguiram com as jornadas culturais que tiveram inicio na passada quinta à noite, numa visita demorada e enriquecedora, com nota máxima na casa do Joãozinho em Aguçadoura e no domingo toda a manhã com as visitas de estudo, primeiro às escavações das ruinas do dólmen da Mamoa do Rápido  em Vila Chã. Finda a visita a conclusão a que chegamos é que em cada rua de Apulia há ruinas muito melhores e escavações em Cedovem com buracos mais resistentes que as do dólmen da Mamoa.

A caminho de outra visita, passamos pela cascata do Meril, que tristeza ver a água outrora límpida, agora escura, fruto do arrastamento das cinzas pela chuva da vegetação queimada. Resta esperar que a natureza regenere o que a mão humana, negligência ou outra causa, destruiu.

A última visita, à mansão do nosso amigo Martinho, quiçá um futuro ddr, a perspetiva é boa. Fomos recebidos por um lord, a principio com algumas reservas, mas depois entrou no espirito da rafeirada e tornou-se amistoso. A visita que constou duma prova de uvas acompanhadas com umas bjecas fresquinhas, foi o final feliz para terminar as jornadas culturais em beleza.

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