Fogacho do Luso Galaico 2018

1.Realizou-se no fim de semana passado 21 e 22, a prova de btt Luso Galaico que, apesar da concorrência de outras provas de igual cariz  realizadas no mesmo dia, os verdadeiros amantes do btt não deixaram de participar e em numero apreciavel na mítica Luso Galaico, uma das referencias das clássicas provas de btt que já leva 16 edições.

Com dois traçados à escolha, os betetistas optaram pelo percurso que melhor se encaixava na sua condição física e predisposição para a aventura, a maioria, como sempre, escolheu descarregar a adrenalina pelo traçado da meia maratona, este ano mais soft – em jeito de compensação pela bravesa da do ano passado – e os mais radicais, ou nem por isso, pelo percurso de 70km.

2.Um grupo de betetistas lamentaram a extinção da prova de btt NGPS Extreme, que foi substituida pela NGPS Transcavado que este ano se realiza em 5 e 6 outubro, o “CEO” do Luso Galaico entendeu que não se justificava haver duas provas com carateristicas semelhantes. Foi a explicação que demos ao grupo que… com três horas e meia de pedalada (e de caminhada!), e sem demonstar muita pressa para terminar os 40km, quando ainda faltavam 10km. Não sabemos se estavam mesmo interessados em fazer aos 200km do Extreme em dois dias, nem isso é da nossa conta mas, se estivessem interessados, pela amostra seria preciso… uma semana.

3.Com ou sem extreme, estamos em crer, nós ddr que durante meses estivemos empenhados com o desenho e logística da meia maratona, que as largas centenas de betetistas participantes se divertiram e desfrutaram da beleza da paisagem do concelho de Esposende durante umas horas, pois essa foi a nossa principal preocupação na elaboração dos trilhos e pelos comentários positivos no final, achamos que conseguimos e quando assim é, valeu o esforço dispendido dos participantes e nós sentimo-nos compensados por todas as canseiras.

4.Por último damos os parabéns a todos os vencedores dos diversos escalões e a todos quantos participaram no Luso Galaico, particularizando  os nossos bravos ddr, Cunha, 5º A maratona; César 7º B maratona; Paulo Fernandes 11º B meia maratona e Miguel 13º B meia maratona, que representaram exemplarmente os Duros De Roer

Obs: vamos tentar publicar durante esta semana, as mil e tal fotos que tiramos nas maratonas

 

 

Os injinheirus das barragens

  1. P´ro Granfondo (160km), do Montemuro, foram três ddr, os pontas de lança, César, 10º em B; Cunha, 31º em A e Bruno 88º também em A, se considerarmos o que disseram no final “uma prova muito dura com direito a um valente empeno”, os lugares da classificação foram excelentes. Parabens.
  2. Outros ddr, formaram dois grupos proletários e trabalharam incansavelmente na limpeza das vias do LG, desobstruindo toda a espécie de empecilhos que poderiam tornarem-se perigosos para os betetista que no próximo fim de semana terão a oportunidade de pedalar pelos lindíssimos trilhos do Luso Galaico 2018. Já agora lembramos a quem não se inscreveu que ainda está a tempo de o fazer, é imperdivel falhar o LG deste ano, depois não digam que não avisamos.
  3. Nesta operação clean, foram removidos troncos de árvores, lenha grossa, pedras que desabaram pela força da chuva, etc. Porem a certa altura aos injinheirus ddr, deparou-se um problema bicudo, remover uma barragem com água na cota máxima que ocupava todo o estradão por largas dezenas de metros que, a permanecer no dia da prova seria uma chatice para quem não gosta de tomar banho ou não sabe nadar e, foi a pensar nestes betetistas sem propensão para imitar os patos que os três injinheirus que compunham este grupo – o outro grupo andava a injinheirar noutro local -, pensaram, pensaram e voltaram a pensar na melhor solução para remover a barragem e, vai daí pôs-se de lado a ideia arrasar a barragem com dinamite pela dificuldade em obte-lo, é que os vendedores de velas deste explosivo não trabalham ao domingo, assim como a ideia de tirar a água com os bidons das bikes porque já era tarde e tínhamos mais que fazer. Então a solução idealizada pelas carolas dos injinheirus Mackgyvers Paulu e Chicu, foi cada um pegar num pau e abrir um rego na lateral a meio e, se bem pensaram melhor o fizeram, os valentes injinheirus começaram de imediato a fazer uso da musculatura popeye e só abrandaram quando o rego ficou aberto e logo depois retomaram o esforço para alavancar as comportas que retinham a água. Trabalharam comó coiso mas valeu a pena e, meus amigos foi um regalo depois de tanto trabalhinho ver a água a fugir da barragem e correr desvairada pelo pinhal abaixo mas, o melhor e ver as fotos da obra de arte dos nossos injinheirus das barragens que injinheiru Narcisu registou para a posteridade .