As Granfondices de julho dos ddr

1.No dia 8 julho o Eurico Cunha, participou no Granfondo da serra da Estrela. Dos dois percursos, escolheu o mais longo. Começou em Seia e depois Granfondoeu-se mais de seis horas pelos 150km, com alturas a rondar os 4800 d+, terminou sem surpresa num excelente 44º lugar da classe, de um total de 328 atletas, demonstrando mais uma vez a sua estaleca de strong cycling man.

 

2.No dia 14, o speed man Cesar Nogueira, foi a Braga fazer a prova de resistência “Bracara Urban Race”, foram 3horas a andar às voltas num perímetro de 6kms. Resistiu 12 voltas, o que perfaz 72kms, é muita resistência para um homem só. No final, ainda lhe tocou um honroso 8º lugar entre 330 atletas.

 

3.No dia 15, foi a vez dos dois ddr Bruno Monte e Narciso Ribeiro, Granfondoerem-se também, repetiram o BragançaGranfondo, de boa memória, do ano passado. Foi mais uma prova bem granfondida e, se em 2017, íamos sendo fritos no pixe com temperatura a chegar aos 41º, desta vez fomos compensados com temperatura amena e até com umas pinguitas de chuva no início.

Os 1600 granfundistas, segundo a organização, arrancaram em direção ao Parque Natural de Montesinho, começando por transpor o murete (6,7%), de Palácios, com a banda local e outro conjunto de gaiteiros a darem musica para animar a malta, antes de atacarmos as aldeias históricas de Montesinho, das quais se destacam, as aldeias de Guadramil com o piso em paralelos e Rio de Onor, esta última eleita uma das sete aldeias maravilha de Portugal, situada na fronteira com Espanha.

Pedalar pelos montes agrestes e rios do nordeste transmontano, é uma sensação de liberdade única, muito revitalizadora para o espírito, uma espécie de catarse para a alma.

Trinta kms depois de Rio de Onor e de atravessar as paredes de Ungilde, por terras espanholas, eis-nos na bela vila espanhola de Puebla de Sanabria, onde no dizer dos habitantes são os espanhois mais bonitos do país, não sabemos se é verdade nem nos interessa, até porque tivemos mais que fazer do que olhar p`ra cara deles mas, ficamos a saber que tem uma rua em pedra lousa, estuporada, que tivemos de subir com 23% de inclinação e que obrigou muito boa gente a ter de fazer os 400m a penantes.

Foi Impressionante sentir o apoio dos espanhois a puxar pelo pessoal com os bofes a saltar pela boca, sempre a incentivar os ciclistas sem descanso – aqui estamos de acordo que são bonitos -, parecia a final de uma etapa da volta à frança, de resto foi uma constante o apoio e carinho com que as gentes das aldeias dos dois países saudavam a nossa passagem.

 

4. Os muros praticamente acabaram em Puebla de Sanabria e apesar das percentagens das subidas parecerem acessíveis, não o eram, eram kms de pica miolos e os últimos 30km com o vento a soprar forte e a bater nas trombas, tornaram a Granfondice mais complicada.

Voltamos a entrar em território nacional pela famosa aldeia de França e depois até Bragança foi um pulo de 25km.

O Bruno demorou 3h53 a fazer os 104km e o Narciso Granfondoeu-se mais 32 minutos: 4h25.

O II BragançaGranfondo tinha terminado e como comentou alguém no final “este é sem dúvida o melhor Granfondo que já fiz! Tudo perfeito! Até a dureza!”. Pressupõe-se que o dono deste comentário, já fez muitos Granfondos, para opinar desta maneira. Foi de facto uma boa prova, um dia de diversão fantástico, bem passado em família e, para a próxima, só um motivo de força maior é que nos impedirá de voltar a Granfondear por Bragança. Parabens Bikeservice e todo o povo de Bragança.

 

5.Desportivamente, fizemos o melhor que podiamos, porque foi a única maneira de ficar descansados, fosse qual fosse o resultado, ninguém consegue ir além do maior esforço que pode fazer. A vantagem e desvantagem é que o nosso melhor fica a descoberto, aos nossos olhos e aos olhos dos outros. Não podemos fingir que podíamos ter feito um esforço maior e ficado em melhor posição.

 

6.No dia 19, em mais um treino-corrida-de-pixe-noturno, de quinta feira, foi a vez do ddr Emílio Hipólito e do Zé Manel (?) brilharem, entre um grupo numeroso que fez questão de marcar presença nesta muito importante prova feijoeira que só acontece muito raramente. E, o mais interessante, é que ninguém quis perder esta corrida, mesmo sendo a… feijões. Todos se empenharam a sério para chegar à meta situada em casa do Mailo, no entanto há a lamentar duas desistências que não tiveram arcaboiço para concluir a apetitosa corrida feijoeira. É a vida.

Já demos os parabens pessoalmente aos vencedores e agora voltamos a dar-lhos aqui: parabens grande Mailo e Zé Manel pelo sucesso e fazemos votos para continuarem  a brilhar nesta excelente feijoada, nós estaremos sempre com convosco, nunca vos deixaremos ficar mal.

PS: um grande abraço ao nosso amigo Nuno Gonçalves, foi um prazer ter-te na nossa companhia. Abraços de todos os pares do reino dêdêrriano.

fotos da granfondice de Bragança e a feijoes

 

Um pensamento sobre “As Granfondices de julho dos ddr

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