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Raftingadas

Domingo, Agosto 19, 2018

1.Comecemos por dar os Parabens à Campeonissima Tania Serra, por mais um 1º lugar em elites a solo, nas três horas de resistência “Cabeceiras Urban Race”, que depois de ontem ter feito 60km noturnos, hoje apresentou-se no “Rafas” com o amigo Nuno Amorim, fresca que nem uma alface, para fazer mais 40 e tal kms calientes pelo monte e dar uns mergulhos no rio Neiva, com a cambada ddr.

 

2.No passado dia 15, um grupo de ddr, mais concretamente 9, foram apanhados em manobras perigosas de rafting no rio Minho, a jusante de Melgaço, quando se dirigiam para um porto de espanha.

O grupo foi visto num bote topo de gama de cor azul sem straps (presilhas de segurança), unicamente com colete SS e capacete, destacando-se entre as muitas embarcações de cores diferentes que aquela hora da manhã por lá navegavam pejadas de raftingueiros bem comportados com o mesmo destino, pelo seu comportamento de falta de sincronia a remar, pois cada um remava para seu lado, pondo desde logo em causa a estabilidade da embarcação e, fazendo prever que algo iria acontecer.

E as previsões bateram certo, quando numa queda de água dos muitos rápidos do rio, o nervoso bote azul virou violentamente, resultando daí, 4 duros submersos que ficaram em apneia 30s e às cabeçadas por debaixo  bote adornado, a beber água em grandes goladas, enquanto os outros dois foram cuspidos para longe do local do acidente, escapando assim às agruras da beberragem da água acastanhada do rio.

O patrão da embarcação azul sem straps, comandante Miguel, homem experiente com centenas de lides raftingonas, deixou muitas dúvidas nesta manobra vira-bote-cabeçadas-no-bote-engole-agua-debaixo-do-bote, havendo fortes indicios de que já trazia a marosca fisgada desde o início, esperando só o momento exato para atacar os desprevenidos guerreiros. E em parte conseguiu os seus intentos e se a ideia era castigar os seis dessincronizados remadores enganou-se, porque depressa os duros de roer fizeram jus ao nome e recompuseram-se num instante, voltando ao seu estado normal ou seja, cada um a remar para si.

Depois de repor a embarcação, o comandante dedicou-se à pesca dos surpreendidos raftingueiros, ainda mal refeitos das cabeçadas no bote.

Recompostos a partir daqui, temeu-se o pior para a navegação pela falta d`agua mas, felizmente o rio tinha muita água e não fez falta a água emborcada pelos valentes duros e os restantes rápidos do rio e pulos da pedra, foram feitos com muita adrenalina ate desembarcar suavemente em espanha.

3.Em resultado destas manobras raftingantes, quase todas mal manobradas e do calor, o dia só terminou por volta das 19h00, curiosamente à mesma hora que encerrou o “Solar do Alvarinho”. Há cada coincidencia…

Os raftingueiros: Filipe, Manel, Paulo, Tino, Milo, Futre, Narciso, Toze e Berto

Algumas fotos da peleja, falta o video

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