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Os ddr no Transcávado 2018

Segunda-feira, Outubro 8, 2018

À semelhança dos anos anteriores, os ddr estiveram presentes nos dias 5 e 6, no 3º Transcávado BTT- GPS, estiveram em força com um grupo jeitoso, o maior das três edições, com 11 jeitoooosos duros de roer nos dois dias de slow race e 2 num só dia de race.

Foram dois dias bem divertidos, dois dias passados à moda dêdêrriana ou seja, diversão e o caos do costume, dois dias antes ainda estávamos convencidos que a 1ª etapa terminava na vila em Terras de Bouro, para onde tínhamos apontamos a logística de sexta para sábado. Um cena muitas vezes repetida, que nos persegue sempre que temos uma saída mais longa mas que, por portas e travessas acaba sempre por dar certo, desta vez valeu-nos o santo Nuno Gonçalves quem nos safou.

Foram dois dias de pura liberdade em cima da bike pelas serras, por trilhos técnicos e paisagísticos fantásticos, parando quando nos apetecia, sem preocupações com o relógio a não ser no segundo dia para chegarmos a tempo de apanhar a caminete p`ra Esposende.

Soltamos a adrenalina quando era caso disso, my god, aquela descida do Larouco, por estradão de gravilha desde as eólicas com as burras a abanar por todos os lados foi de loucos. Quando os atores são bons, não há como evitar as incidências de percurso pois interpretam naturalmente os seus papeis: o do Martinho, foi andar atrás das setas que volta e meia desapareciam do GPS de pulso; o do Milo a substituir as pilhas do GPS porque só duravam…10 minutos; o do Tozé um furacão por onde passava a animar as hostes com as patas da frente da burra no ar p`ras fotos; o do Seara com as suas piadas assertivas de top no momento certo; o do Chico como se anda certinho por caminhos tortos; o do Narciso com o absurdo de querer fazer um filme com a lente besuntada de creme das bolas de berlim; o do  Berto como bem repelir o stress; o do Paulo a arte de pedalar impávido e sereno sem se importunar com porra alguma; o papel do chefe Filipe como ter pulso para pôr cobro a qualquer veleidade dos dez rafeiros quando algum tresmalhava, mesmo assim deixou escapar dois do redil já perto do final; o do Cunha – que o ano passado foi 2º no Race, desde Montalegre a Esposende em pouco mais de sete horas -, demonstrar, embora a muito custo que também consegue fazer o Transcávado em slow race em 10h divididos por dois dias e conter-se no 2º dia, para não ir à luta com a concorrência do race; o do Alexandre, que nos deu o prazer da sua companhia, demonstrou que dava um ddr de top.

Depois tivemos os campeões Paulo Fernandes e João Pedro Faria, que num dia e em modo competição, conquistaram o 3º lugar do pódio em pares, a quem mais uma vez endereçamos os nossos parabéns.

Em suma, e, como dizia a nota introdutória da apresentação do Transcávado – e nós confirmamos -, foi uma prova à medida de cada um, e, não sendo algo de transcendente, foi uma prova desafiante de superação da modalidade de btt, com salutar convívio entre todos os betetistas, com partida da foz do rio Cávado até à serra do Larouco em Montalegre, numa distãncia – a fazer fé no Strava do Alexandre -, de 144,5km com 3518 d+ por terras de média e alta altitude.

Por ultimo, temos que enaltecer o profissionalismo e empenho dos grandes obreiros e mentores do Transcávado: João Paulo Torres e Hugo Rocha, dando-lhes os parabéns, impecáveis em todos os aspetos menos num: terem falhado no ar condicionado à chegada a Montalegre e assim tivemos de rapar um frio do caraças.

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