Pela Rota das Sombras

O aviso fora feito uns dias antes “o dia seria para a romaria” e, foi…. foi mais um bom dia, dos muitos, à boa moda dos ddr.

Depois de percorrer os 113kms desde Apulia, às 10h15, os dez ddr, estavam prontos para dar a volta (mais uma vez), pelo espetacular trilho da Rota das Sombras.

Começamos como habitualmente, na estação termal de OS Baños, junto ao Rio Caldo, uma pequena povoação do concelho de Lobios na Galiza a 6kms da Portela do Homem.

Por um trilho agradável, depressa atingimos os marcos mileares da Ponte Nova e depois continuamos pelo trilho das Geiras até entrarmos no estradão que vai dar ao Vale das Sombras.

Sem stress, sem preocupações de tempo ou do que quer que fosse, o objetivo era desfrutar ao máximo o que a Rota tinha para nos oferecer e da camaradagem do grupo.

Ao km 14, a 900m de altitude, surgiu-nos uma piscina (tanque), cheia de água corrente, ora conhecendo a apetência pela água do Bruno, foi sem surpresa que comandou o assalto à piscina, furando a cerca de arame e foi o primeiro dos sete a mergulhar na água gelada, proeza que viria a repetir ao km 20, na curva do rio Airo, no meio do famoso trilho a 1km que dá acesso às Minas das Sombras.

Sozinhos, com o barulho ensurdecedor das montanhas, miravamos sem nos cansar o imenso vale inóspito de Lobios, enquanto circundávamos as montanhas a 1100m de altitude.

É de facto compensador subir quase 1000m para contemplar os 15 km deste Vale profundo apelidado das Sombras.

Depois foi descer de prego ao fundo, por entre cavalos e vacas até surgir as primeiras casas.

Ficamos um pouco desiludidos, por no fim da descida o GPS não nos ter mandado por trilhos, já que os últimos kms foram feitos por pixe até ao local da partida, seria um fim mais ao nosso jeito. Assim soube a pouco.

Terminada a volta fomos ao obrigatório mergulho das águas termais, quentes e frias, antes de rumarmos definitivamente até Covide, Terras de Bouro e ficarmos encravados por algumas horas no Bosk, o nosso restaurante de estimação gerido pela D.Emília, com uma pachorra do caraças para nos fazer o almoço às 3 da tarde e nos aturar até às 18h30.

O ojetivo do dia fora sobejamente atingido, só foi pena que o inspiradissimo Futre, tenha mais uma vez adiado a historia do urso ao Miguel e o Nelson.

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