A Marina e a nova app anti-roubo

1.O Chico já tinha avisado que qualquer dia íamos ter uma nova companhia nos treinos e, aconteceu que o dia foi hoje. A nova companhia apresentou-se equipada qb, com uma bike à sua medida, sem a moda da marca sonante gravada no quadro, o suficiente para deixar os ddr de nariz empinado, armados em puros sangue, a olhar de soslaio, a duvidar se teria estaleca para aguentar a cavalgada treinante que se seguiria com as outras burras calejadas, habituadas a suportar todos os desmandos infligidos pela cambada sem dó nem piedade sempre que saem para ganharem musculo.

Num trajeto escolhido ao calhas mas com alguma dificuldade técnica, a nossa companhia lá ia ultrapassando obstaculo após obstaculo sem se atemorizar e sem complexos por a sua burra ser mais pequena que as demais. E, quando arribamos à azenha do Minante, não se fez rogada e mergulhou com os ddr para um mergulho refrescante no rio Neiva desta vez por nossa conta. O regresso foi calmo, não deu para esticar, mas para uma primeira vez, não se podia exigir mais.

A Marina, passou todos os testes com distinção, até no Controverso e ainda teve o mérito de moralizar à cambada!

Esperemos pela próxima!

2.Que se passa com a bike Milo? Ninguem consegue sacar-lhe o toquinho? Há 21 dias com ele entalado no buraco, é obra. Não achas que estás a dar importancia a mais a um toquinho de 5cm que te tramou?….tramou?

3.Hoje tivemos o prazer de assistir a mais uma demonstração de segurança de bikes, desta vez com a novidade em relação à anterior de um novo kit para proteger os pratos da roda pedaleira. Esta aplicação embora demore um pouco a encriptar o sistema é muito mais pratico que o grelhador da app anterior.

Fotos da Marina em diversas fases do treino, a personagem do dia e do novo sistema atualizado anti-roubo!

Resmunguices…

De nada valeu ao Tozé resmungar toda a manhã por não estar de acordo com o rumo soft, ou nem tanto (a areia solta ainda ameaçou picar os miolos), que estavamos a tomar.              Hoje foi assim, deixamos a burra lazarenta do Lino desprotegida, o único ddr que tinha o segredo de segurança da alimária faltou e iniciamos a jornada treinante dêdêrriana a bolinar para norte em modo pachorrento pela beira mar. Com musica de fundo resmungona do Tozé, o homem do dia, iriamos até onde o chefe entendesse, poderia ser um percurso rude ou um percurso para degustar do ambiente bucólico da paisagem das dunas. O chefe entendeu devido ao calor, que seria para degustar e assim ao fim de 6km, deferiu o pedido do Futre, feito ainda no Rafas e paramos para este agarrar na mangueira e satisfazer uma necessidade premente de secura, para continuar de seguida, numa toada mais ligeira, contemplativa entre a foz do Cavado e do Neiva, a saborear o ar fresco da maresia até onde o chefe quisesse, e, foi só em Castelo de Neiva que o boss, resolveu dar em chupa-chupa ao Tozé com uma subidita de 22º de inclinação para polir a sua imagem de marca a fazer o cavalinho lá no alto no cimo do Castelo.

Mais calmos, mais macios pela força do calor, os resmungos tinham diminuido quando iniciamos o regresso a suspirar por um mergulho em mares de super bock`s mas antes, e como parece ser a sina dos ddr (e tambem por nos pormos a jeito), tivemos mais uma vez de nos haver com uma ponte destruida em Antas, até desaguarmos no reboliço em Apulia city para satisfazer o tal desejo de mergulho

Moral da historia, o chefe é quem mais ordena, não adianta resmungar com o chefe quem não tiver bigode farfalhudo como o dele, quem quiser ter um mínimo hipóteses de voto na materia, tem ainda de comer muitos sacos de arroz e quilos de batatas fritas.

O testemunho da mangueira, da ponte e….a bike enforcada e capacete do Milo que hoje se desinfiou da parada com a zirinha.